[Brito´s Review] Knack

As relíquias são a nossa maior fonte de energia.

As relíquias são a nossa maior fonte de energia.

 

Produtora: SCE Studios Japan

Publisher: Sony Computer Entertainment

Plataforma: Playstation 4

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[Rodrigo’s review] Killzone Shadow Fall

Nome: Killzone Shadow Fall
Gênero: Fps

Distribuidora: Sony Produtora: Guerrilla
Plataforma(s): Playstation 4.

Versão analisada: Playstation 4

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Marcas de um passado esquecido

Killzone chega em seu 4º game da série principal para o Playstation 4, com a responsabilidade de ser o único grande exclusivo do console da Sony, no inicio da oitava geração.

Shadow Fall acontece cerca de 30 anos depois dos acontecimentos do últimos games da serie. A vida dos Helghan está em ruínas. Seu planeta natal Helghast sucumbiu a intensa guerra politica de anos atrás.

Para salvar os refugiados de Helghast, a ISA ( Interplanetary Strategic Alliance), entrou em acordo com o planeta Vekta e construiu um enorme muro dividindo o planeta, para poder abrigar os órfãos de Helghast.

No inicio do jogo assumimos o papel do pequeno Lucas Kellan, tentando fugir de uma patrulha das tropas Helghan, ao lado de seu pai. Eles faziam parte um programa de espiões de Vektan, para descobrir o que acontecia do outro lado do muro.

Logo na introdução do game, conhecemos Thomas Sinclair, que apôs um trágico acidente, se torna o tutor de Lucas.  Ao longo dos anos de guerra e espionagem, os dois tornam-se peças importantes da corporação Shadow Marshall, em busca de resposta para um único objetivo: Proteger a nação de Vektan.

Leia todo o review, clicando aqui.

[Messias’ Review] God of War Ascension

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God of War Ascension é a última aventura de Kratos, o espartano rude e indelicado acostumado a resolver até puzzles na base da porrada.  O jogo exclusivo de PS3, dessa vez, mostra a história de Kratos escapando/confrontando as garras das Fúrias de Aries, entidades mitológicas cujas atribuições divinas englobam os atos de perseguir, encarcerar e torturar aqueles que não cumpriram o juramento de sangue feito a Ares, ou seja, pegar os arregões das promessas feitas ao Deus da Guerra original. O jogo, como todos sabem, é classificado dentro de categoria de action melee, em que o entretenimento (principalmente no caso de GoW A) se dá precipuamente através da realização de combos contra os inimigos. Então vamos aos quesitos.

Clique aqui e confira toda a análise!

[Félix’s Reviews] Sly Cooper: Thieves in Time

Categoria: Platformer
Produtora: Sanzaru Games
Distribuidora: Sony CE America
Plataformas: PS3/PSVITA
Versão avaliada: PS3

Capa
Muito tempo se passou desde as últimas confusões de Sly Cooper e sua gangue, oito anos para ser exato. Oito anos sem nenhum novo título para série, oito anos sem os grandes roubos do guaxinim mais famoso dos games. Mesmo depois de tanto tempo, chegou finalmente a hora dos fãs de uma das séries mais famosas do Playstation 2 colocarem as mãos em uma legítima sequência. Isso mesmo!!! Chega de  rejogar a trilogia clássica remasterizada para Playstation 3, é hora de uma nova aventura. /Gandalf

O maior problema em trazer séries esquecidas no tempo de volta é conseguir inseri-las em seu novo…tempo(?). Sly Cooper brilhou em uma geração marcada pelos platformers. Especialmente no Playstation 2 onde o gênero ganhou franquias de peso como Jak and Daxter e Ratchet and Clank. A Sanzaru Games, produtora que assumiu essa nova produção no lugar da Sucker Punch, tinha uma escolha a fazer: tentar inovar e modernizar a franquia dentro do novo contexto que o mundo dos games vive hoje, [QTEs IRADOS !!! ÉPICO, QUERO TUDO ÉPICO !!!] ou seguir a mesma formula que fez o sucesso da série na geração passada.

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[Mara’s Review] Siren: Blood Curse

Nome: Siren Blood Curse /New Translation

Produtora: SCE Japan Studio

Distribuidora: Sony Computer Entertainment

Gênero: Survival Horror

Plataforma: PS3

Siren: New Translation (título recebido no Japão) ou Siren: Blood Curse, como ficou conhecido no Ocidente.

 

Como amante de jogos de terror, sempre fiquei intrigada com a série Siren, produzida pela equipe Project Siren e conhecida por criar Gravity Rush, um exclusivo para Vita. A equipe é um braço do estúdio japonês de criação da Sony, que nos trouxeram inúmeros jogos de qualidade como Shadow of the Colossus, LocoRoco e Demon’s Souls.

O primeiro Siren veio em 2003, seguido de uma continuação (Forbidden Siren 2) de 2006, ambos para PS2. Infelizmente, por não possuir o console, não pude conhecer a série antes. A versão analisada, conhecida no ocidente como Siren: Blood Curse e no Japão como New Translation, foi lançada em 2008, primeiro com forma digital na Playstation Store, e somente depois com mídia física. Apesar da curiosidade em jogar, Siren é uma franquia desconhecida do público ocidental, e a falta de sucesso de Blood Curse só dificultou as chances de colocar as mãos em uma cópia física (sim, apesar da facilidade em encontrar o jogo para download pago na PSN, ainda prefiro a boa e velha mídia física). Mas vamos à análise.

Uma dos raros momentos de luz no jogo.

Uma dos raros momentos de luz no jogo.

 

Terror no vilarejo

Começamos o jogo em 2007, no destruído vilarejo de Hanuda, seguindo uma equipe de televisão que acaba presenciando um ritual de sacrifício humano feito por um bizarro culto. A partir desse instante, todos da equipe se tornam envolvidos com os atos medonhos do culto formado pelos inimigos principais do jogo: shibitos.

Shibitos são mortos vivos convocados pela medonha sirene que dá nome ao jogo e controlados pela estranha magia realizada naquele vilarejo. Não pense, no entanto, que shibitos são zumbis desprovidos de cérebro. Eles preservam características humanas e até continuam seus antigos afazeres. Exemplo: shibitos agricultores continuam plantando e colhendo, enfermeiras vagueiam pelo hospital levando cadeiras de rodas, uma criança shibito continua em seu quarto rabiscando em um papel enquanto canta e policiais shibitos patrulham o vilarejo.

Shibitos assistindo sua programação favorita

Shibitos assistindo sua programação favorita.

 

A história de Siren é apresentada em forma de capítulos, se assemelhando a um episódio de série para televisão. A cada final assistimos um trailer com os próximos acontecimentos e, ao começar um novo capítulo, assistimos a um vídeo de recapitulação. Em um título de horror complexo e com uma história misteriosa, esse sistema se torna útil ao jogador, que pode reprisar aberturas, trailers e cutscenes a hora que desejar.

Outra adição que melhora o entendimento da história confusa do jogo, é o sistema de “arquivos” no menu principal. Cada documento encontrado durante os episódios fica armazenado nesses “arquivos” e serve como dicas úteis para ligar os diversos fatos que ocorrem em Hanuda, pois não se engane, a história de Siren é complexa e repleta de interpretações. Para o jogador familiarizado com enredos do estilo de Silent Hill, que brincam com o sentido de realidade, Siren será um ótimo jogo, mas se você prefere menos análise psicológica em um jogo, melhor passar longe do título.

A traumatizada Bella.

A traumatizada Bella.

 

Um ponto interessante do jogo e que o deixa ainda mais atraente ao jogador, é a possibilidade de se jogar com sete personagens de diferentes personalidades. Todos eles pessoas comuns, presas a um ambiente hostil e aterrorizante, lutando pela sobrevivência (controlamos até mesmo uma criança em cenários escuros capazes de traumatiza-la por muitos anos).

Falando em história, alguns leitores que conhecem a série perceberão que o enredo de Blood Curse se parece muito com o do primeiro Siren, e não estará enganado. O jogo nada mais é que uma livre adaptação do título original, com mudanças significativas e inovações na jogabilidade.

Seigo Saiga, um dos melhores personagens do jogo, presente também no primeiro Siren, com o nome de Shiro Miyata.

Seigo Saiga, um dos melhores personagens do jogo, presente também no primeiro Siren, com o nome de Shiro Miyata.

 

Lembrança dos antigos jogos de terror

Enquanto passa pelos inúmeros desafios de Siren, o jogador lembrará muitos jogos antigos de terror, mas a lembrança não será nada positiva. Prepare-se para controlar seu personagem com controles travados e pouco inovadores, e uma câmera mal posicionada em diversos momentos só servirá para o jogador sofrer inúmeras mortes desnecessárias. Em alguns momentos, os controles não respondem ao nosso pedido.

Se os jogos antigos de terror possuíam essa característica marcante, ver o mesmo acontecer com um jogo da atualidade chega a ser frustrante e, até mesmo, irritante. Em determinado momento, o jogo nos dá a informação que podemos jogá-lo em primeira pessoa; mas nada melhora tendo em vista que esbarramos em parede e perdemos totalmente o controle do personagem. Assim, voltamos logo à visão em terceira pessoa, também decepcionante, mas ainda assim, possível de se jogar.

Howard Wright, o “herói” do jogo.

Howard Wright, o “herói” do jogo.

 

Contudo, os controles do jogo não atrapalham toda a jogabilidade de Siren. Os atrativos que mantêm o jogador preso até o final são variados: a impotência do personagem é chave para nos deixar com medo durante as doze missões do jogo. Começamos cada capítulo sem armas (tirando algumas exceções na história), o que nos obriga a uma abordagem silenciosa. Não somos páreos para os violentos e psicóticos shibitos. Precisamos nos esconder e usar um das melhores adições do jogo: o sistema de Sight Jack, já existente desde o primeiro jogo, mas agora completamente renovado.

Sight Jack é uma ferramenta acionada pelo jogador para ver o mundo através dos olhos macabros de outros shibitos ou humanos próximos. Quando usamos o Sight Jack, o personagem entra em uma espécie de transe e a tela se divide. A partir desse momento, podemos ter uma ideia de quão longe estamos de um shibito, além de usarmos a ferramenta para revelar dicas importantes durante o jogo. Sight Jack além de ser útil, se torna extremamente necessário para completarmos a história de Siren. O efeito também é acionado automaticamente quando somos descobertos por um shibito. A partir desse momento, podemos visualizar do lado direito da tela o inimigo em nosso encalço, criando um efeito dramático e desesperador.

Sight Jack contribui ainda mais para a sensação de terror desenvolvida em Siren.

Sight Jack contribui ainda mais para a sensação de terror desenvolvida em Siren.

 

Cabe lembrar que Siren é um jogo de objetivos pré-determinados. O jogador não terá nenhuma liberdade enquanto caminha entre as poucas localidades disponíveis (o jogo não possui uma variedade de ambientações, mas os produtores tentaram usar as poucas disponíveis de maneira a não enjoar o jogador). Assim que iniciamos uma missão, temos um objetivo principal claro e somos guiados por um mapa bem detalhado e repleto de dicas até o final do capítulo. Ao facilitar a navegação, o jogador perde, em grande parte, a sensação de se estar perdido em um local isolado e misterioso.

Missão principal é mostrada na tela desde o início do capítulo.

Missão principal é mostrada na tela desde o início do capítulo.

 

Cânticos assustadores

Para criar a atmosfera perfeita para um jogo de horror é preciso que os efeitos sonoros sejam responsáveis em transformar a experiência do jogador em algo aterrorizante e tenso. Siren: Blood Curse nos traz essa sensação ao usar uma música intimista e repleta de cânticos bizarros.

Shibitos, os inimigos imortais do jogo, possuem vozes humanas carregadas de insanidade, além do efeito de distorção na voz que foi adicionado e os tornam ainda mais bizarros. Junte isso a uma boa dublagem dos atores e a trilha sonora de ótima qualidade, e fica claro porque Siren conseguiu transmitir terror ao jogador.

Trilha sonora de excelente qualidade.

Escuridão muito bem vinda

Siren: Blood Curse foi lançado primeiramente para download, e por esse motivo, temos gráficos acima da média, mas nada excepcionais. Os gráficos inferiores são disfarçados pelo bom uso da escuridão e neblina ao longo do jogo, e até com o criativo efeito chuviscado que toma conta da tela ao entrarmos em Sight Jack.

O conceito dos inimigos (shibitos voadores e com olhos saltados, enfermeiras que parecem ter saído do filme Exorcista), aliado ao ambiente decadente e sombrio deixa Siren ainda mais bizarro e opressivo.

Conceito dos shibitos é capaz de fazer muito marmanjo sentir medo.

Conceito dos shibitos é capaz de fazer muito marmanjo sentir medo.

 

Conclusão

Blood Curse é mais que obrigatório para aqueles que procuram por bons títulos de horror, mesmo com suas falhas, sejam na jogabilidade ou em seus gráficos.

Não deixe se enganar pelo tamanho dos primeiros episódios, Siren é um jogo completado com mais de 12 horas e que merece ser jogado por qualquer fã de bons títulos de terror. Há também outros atrativos para aqueles interessados em completar totalmente a história, como coletar todos os documentos que formam os “arquivos” do jogo ou encontrar todas as armas.

Siren: Blood Curse passou despercebido e não teve a fama que merecia, mas é um jogo mais que obrigatório para aqueles que esperam uma experiência bizarra e sombria.

Enfermeira shibito, possuída pelo Pazuzu.

Enfermeira shibito, possuída pelo Pazuzu.

Nota: 8,0