[Overthinking] O manifesto anti-escravocrata nos games

revverde1Há algum tempo atrás, surgiu um jogo chamado Super Mario Bros. 3. Nele, você poderia entrar em umas casinhas de entretenimento que te davam itens de volta. Naquela época isso não era muito comum, mas começava a surgir nos jogos uma relação consumerista entre personagem e NPC.

O que é de se espantar, no entanto, é que o Toad em questão trabalhava de graça e ainda por cima concedia itens ao encanador, depois de aplicar um joguinho da memória ou algo semelhante, coisa que exigia pouquíssimo cérebro, justamente para agraciar com um prêmio o jogador. Após pegar o item, a casinha sumia, e podemos ver nisso duas implicações:

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