[Fran’s Review] Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

“Les Enfants Terribles… Zero called it.”

Produtora: Kojima Productions
Distribuidora:  Konami
Gênero: Operações de espionagem tática
Versão Analisada: Xbox One
Plataforma: Xbox One, Xbox 360, Ps4, Ps3 e PC

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain veio para fechar todas as pontas soltas desse incrível e grande enredo, sendo o último da saga sendo dirigido pelo nosso querido Hideo Kojima.

Muitas dúvidas ainda pairavam no ar para saber o que de fato aconteceu com o Big Boss para que ele se tornasse o conhecido vilão dos primeiros jogos da série, ainda para o console MSX, Metal Gear e Metal Gear 2: Solid Snake. O que o transformou desde o Snake que conhecemos em Metal Gear Solid 3: Snake Eater para virar o tão temido Big Boss?

Clique e leia sobre o desfecho dessa incrível saga!

[Neto’s Review] Halo: Combat Evolved

“They were waiting for us on the far side of the planet.”

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Produtora: Bungie (original); 343 Industries (Anniversary)

Publicadora: Microsoft

Plataformas: Xbox e PC (original); Xbox 360 (Anniversary) e Xbox One (Anniversary, dentro de Halo: The Master Chief Collection)

Ano de lançamento: 2001 (Xbox e PC); 2011 (Xbox 360); 2014 (Xbox One)

Versão jogada: Xbox One

Dificuldade escolhida para análise: Normal

Halo. Uma das séries mais cultuadas, não somente por quem gosta do Xbox, mas por basicamente quem é fã de shooters. E uma das minhas maiores vergonhas era nunca ter zerado nenhum jogo da série, apesar de ter jogado um bom tanto de Halo: Reach e de Halo 4.

Mas isso chegou ao fim hoje, após cerca de 14 horas de campanha em Halo: Combat Evolved.

Não deixe os Covenant vencerem! Clique e continue lendo!

[Consciência Gamer] Cinco anos escrevendo sobre videogame.

O-que-não-escrever-no-currículo

Na verdade, escrevemos no computador… mas fica mais bonito e romântico assim, não?

Em 31 de agosto o Jogador Pensante faz cinco anos de idade. Foi em um 31 de agosto de 2010 que iniciei este site, na época era só um blog WordPress, somente depois de alguns anos que viria a ser um site .com, com domínio próprio (apesar de ainda usarmos a plataforma WordPress).

Foi neste dia que fiz uma análise de Heavy Rain. Relendo-a, eu hoje escreveria algo completamente diferente, e certamente teria visto com um olhar mais crítico o jogo. Apesar de, na época, me considerar um jogador crítico, escrever sobre games é algo que vai amadurecendo cada vez mais, especialmente se você escreve por paixão, sem receber nada por isso. Dei 9,5 de nota para o jogo, e na época eu o achava um dos melhores jogos de todos os tempos. Hoje tenho uma opinião bem diferente sobre o jogo, e ele possui uma fórmula da qual, sinceramente, não gosto mais.

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[Epoch – The Time Machine] Super Metroid

“The last Metroid is in captivity. The galaxy is at peace…”

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Produtora: Nintendo R&D1

Publicadora: Nintendo

Plataforma original: Super Nintendo

Ano de lançamento: 1994 (Há 21 anos)

Disponível via Virtual Console: Wii e Wii U

Versão jogada: Wii U

Então, chega uma hora na vida de um jogador que ele se pergunta: por que eu nunca joguei esse jogo que todo mundo tanto fala? Esse momento chegou até mim com Super Metroid.

Sou uma verdadeira vergonha para a franquia Metroid. Uma das mais importantes dos jogos, só joguei o (considerado) mais fraco (e também o mais detestado) Metroid: Other M, para o Nintendo Wii, que prometia ser um retorno aos moldes mais 2D da série, sendo Super Metroid seu pináculo.

Surgida em 1986, no NES, essa foi a franquia que mais impactou os jogadores quanto ao personagem controlado. Embaixo de uma armadura toda futurística, que mais parecia um robô, estava uma mulher, Samus Aran, que se tornaria um ícone para as mulheres nos videogames.

Super Metroid é a terceira instalação do jogo, 8 anos após o original. E a pergunta é: tudo o que dizem sobre o jogo continua valendo para 2015? Ou será tudo um exagero causado pelo véu do saudosismo de uma época (da vida dos jogadores, e não dos consoles em si) que não volta mais?

Clique, pois a caçada a Ridley não pode parar!