[Review] Yooka-Laylee

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Nome: Yooka-Laylee
Gênero: Plataforma 3D com colecionáveis
Produtora: Playtonic
Plataformas: Playstation 4, Xbox One, PCs, Nintendo Switch
Versão testada: Playstation 4 (ver. 1.0.0)

Yooka e Laylee

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Yooka-Laylee (YL) é o primeiro trabalho da Playtonic, produtora formada por antigos funcionários da formação original da Rare (de Banjo-Kazooie). O jogo é fruto de crowdfundind (programa onde os clientes e potenciais clientes financiam projetos) e foi lançado recentemente para diversas plataformas.

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[Review] The Legend of Zelda: Breath of the Wild

Open your eyes!

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Gênero: Aventura, RPG
Ano de lançamento: 2017
Plataformas: Wii U, Switch
Versão jogada: Wii U
Desenvolvedora: Nintendo EPD
Publicadora: Nintendo

Ah, sim, Zelda! Aquela série que já revolucionou os jogos ao menos duas vezes, e em duas décadas distintas. Em 1986, com o primeiro jogo da série, intitulado simplesmente The Legend of Zelda, um jogo de premissa simples criada ao redor das lembranças da infância do desenvolvedor Shigeru Miyamoto, de quando ele explorava os arredores de sua casa no Japão; e em 1998, com o todo poderoso Ocarina of Time, que até hoje influencia vários jogos de ação em 3D.

Você já parou para pensar quanto tempo faz que a franquia existe? Já se vão trinta e um anos. Isso é muita coisa para um jogo de videogame. É a franquia de RPG mais antiga que ainda está ativa.

Mas nem tudo é revolucionário e maravilhoso na franquia. Ocarina of Time é considerado o melhor jogo da série em quase todas as listas de “Ranking de Jogos da Franquia Zelda”, e é uma posição completamente coerente e respeitável. O problema é que ao mesmo tempo o mesmo criou uma maldição para a série. Vi uma vez um vídeo pelo Youtube onde uma pessoa dizia que o jogo de 1998 era o pior Zelda da série, porque criou uma sombra tão poderosa que os próximos sempre tentaram chegar perto e nunca conseguiram.

E desde Ocarina of Time que a série tenta alcançar novamente esse status de grandiosidade, e por várias vezes falhou. Majora’s Mask foi provavelmente o único da série, de jogos de mesa, que não tentou seguir os passos de seu predecessor, tendo motes bem diferentes.

Wind Waker é um jogo que eu gosto bastante, mas que também fica para trás, e acabou, talvez, revolucionando apenas na popularização dos visuais em Cel Shaded, que são maravilhosos (esse jogo vai ser bonito por muitos e muitos anos, justamente pela escolha do visual).

Twilight Princess é quase um Ocarina of Time parte 2. Até na contracapa do jogo você percebe que ele queria ser um novo OoT (palavras como “The Biggest Zelda Ever Made” denunciam isso). A estrutura é bastante parecida, mas o jogo teve bastante criticismo nos momentos em que Link precisa virar um lobo. E influenciou ninguém.

E o último da série, lançado no Wii em 2011, Skyward Sword, é até bem aceito entre os fãs da série e pela mídia, porém é perceptível como o jogo é limitado em relação à liberdade de gameplay, tendo um hub world travestido de open world, sendo o jogo bastante linear, com um combate pouco empolgante (e era para ser a melhor coisa do jogo, devido aos Motion Controls, o gimmick principal deste Zelda) contra inimigos extremamente defensivos.

A série foi perdendo cada vez mais o status de relevância e de entregadora de legado aos videogames. Desde 1998 que não entrega nada de novidade de longo prazo para a indústria. Isso não seria nenhum problema para quase qualquer outra série, mas para Zelda isso é bem perigoso, pois a série não pode cair na mediocridade. É muito importante e pesada para isso. Junto com Super Mario, é o carro chefe da Nintendo, é aquele jogo que até quem não tem um Nintendo para para observar trailers e novidades.

E então a Nintendo anuncia, em 2013, Breath of the Wild (na época ainda sem título, vulgarmente chamado de Zelda U), para o comercialmente fracassado Wii U. E desde então foram quatro anos de espera, alguns adiamentos e anúncio de lançamento no novo console da empresa, o Switch, no dia em que este era lançado, 3 de março. Mas desde os trailers que eu percebia que esse Zelda estava diferente. Que Breath of the Wild queria algo maior: queria deixar a sombra de Ocarina of Time para trás. Ainda bem.

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[Review] The Division

When society falls, we rise.

Produtora: Ubisoft
Distribuidora:  Ubisoft
Gênero: Tiro em terceira pessoa
Plataforma: Xbox One, Ps4 e PC
Versão Analisada: PC

The Division, o mais novo Massive Multiplayer Online da Ubisoft teve finalmente seu tão esperado lançamento. O público todo foi à loucura quando viu o seu primeiro trailer: gráficos impressionantes, gameplay inovador e dentro de todo um novo conceito e mistura de gêneros. Mas será que cumpriu o prometido ou teríamos em mãos um segundo Watch Dogs?

De história o jogo tem muito pouco, e o pouco que tem acabou sendo muito mal contado. Tudo que você sabe pelo extenso vídeo de introdução é que uma epidemia se espalhou por Nova Iorque, uns lugares afetados mais drasticamente que outros, e o seu personagem faz parte da Divisão, agentes que estão prontos para situações como essas, assim capazes de ajudar a tomar o controle da civilização e humanização da sociedade.

Trechos de acontecimentos são vistos através de missões secundárias, que mostram o que ocorreu durante o início da epidemia, onde toda a população estava descontrolada e procurando alternativas de sobrevivência e de escapatória da grande cidade.

Clique e leia sobre o novo TPS-MMO da Ubisoft!

[Fran’s Review] Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

“Les Enfants Terribles… Zero called it.”

Produtora: Kojima Productions
Distribuidora:  Konami
Gênero: Operações de espionagem tática
Versão Analisada: Xbox One
Plataforma: Xbox One, Xbox 360, Ps4, Ps3 e PC

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain veio para fechar todas as pontas soltas desse incrível e grande enredo, sendo o último da saga sendo dirigido pelo nosso querido Hideo Kojima.

Muitas dúvidas ainda pairavam no ar para saber o que de fato aconteceu com o Big Boss para que ele se tornasse o conhecido vilão dos primeiros jogos da série, ainda para o console MSX, Metal Gear e Metal Gear 2: Solid Snake. O que o transformou desde o Snake que conhecemos em Metal Gear Solid 3: Snake Eater para virar o tão temido Big Boss?

Clique e leia sobre o desfecho dessa incrível saga!