[Epoch – The Time Machine] Super Metroid

“The last Metroid is in captivity. The galaxy is at peace…”

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Produtora: Nintendo R&D1

Publicadora: Nintendo

Plataforma original: Super Nintendo

Ano de lançamento: 1994 (Há 21 anos)

Disponível via Virtual Console: Wii e Wii U

Versão jogada: Wii U

Então, chega uma hora na vida de um jogador que ele se pergunta: por que eu nunca joguei esse jogo que todo mundo tanto fala? Esse momento chegou até mim com Super Metroid.

Sou uma verdadeira vergonha para a franquia Metroid. Uma das mais importantes dos jogos, só joguei o (considerado) mais fraco (e também o mais detestado) Metroid: Other M, para o Nintendo Wii, que prometia ser um retorno aos moldes mais 2D da série, sendo Super Metroid seu pináculo.

Surgida em 1986, no NES, essa foi a franquia que mais impactou os jogadores quanto ao personagem controlado. Embaixo de uma armadura toda futurística, que mais parecia um robô, estava uma mulher, Samus Aran, que se tornaria um ícone para as mulheres nos videogames.

Super Metroid é a terceira instalação do jogo, 8 anos após o original. E a pergunta é: tudo o que dizem sobre o jogo continua valendo para 2015? Ou será tudo um exagero causado pelo véu do saudosismo de uma época (da vida dos jogadores, e não dos consoles em si) que não volta mais?

Clique, pois a caçada a Ridley não pode parar!

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[Epoch – The Time Machine] Max Payne

“Down below, New York City glittered like diamonds on black velvet.”

 Maxpaynebox

Produtora: Remedy Entertainment

Publisher: Gathering of Developers (PC), MacSoft (MAC), Rockstar Games (PS2, Xbox)

Plataformas: PC, MAC, Playstation 2, Xbox (versão diferenciada para Game Boy Advance; posteriormente versões para Android e iOS)

Versão jogada para análise: PC

Ano de lançamento: 2001

                Eu me lembro de Max Payne em 2001. Mas nunca cheguei a completa-lo na época. A coisa que mais me lembro era que a febre do filme Matrix ainda estava muito em alta nessa época, e Matrix Reloaded ainda nem havia sido lançado. Todo mundo só falava nesse filme, mesmo ele sendo de 1999. Com coreografias incríveis de todo o elenco em cenas de luta e um conteúdo filosófico muito bem implantado em um filme de ação, certamente uma das coisas que mais nos lembramos de toda a franquia cinematográfica é aquela câmera lenta, aqueles tiros exibindo o rastro… o famoso bullet time.

Clique aqui para mergulhar em uma noite fria do inverno de Nova York!

[Epoch – The Time Machine] Rock N’ Roll Racing

Quem nunca ouviu essa música? Entre os gamers mais antigos, a possibilidade é praticamente nula. Esse clássico do Rock N’ Roll, assim como muitas outras lendas, foram lembrados em um dos jogos de corrida mais famosos e queridos do mundo: Rock N’ Roll Racing, da Blizzard (Diablo) para Mega Drive e Super Nintendo.

Rock N ‘Roll Racing é basicamente um jogo de corrida, onde alienígenas de diversas galáxias competem em pistas mortais de diferentes planetas. Quem chegar em primeiro…ou melhor, vivo em primeiro colocado, ganha a maior quantia em dinheiro.

A jogabilidade é bem próxima de Micromachines (Codemasters), onde os direcionais para os lados determinam a direção do veículo sem depender de câmera, similar a jogabilidade dos Resident Evils clássicos. Assim como o Survival Horror da Capcom, os controles são meio desengonçados de início, mas basta alguns instantes e você já estará dominando-os por completo, tendo em mãos então uma das experiências mais viciantes em termos de competições…intergaláticas. A física também funciona perfeitamente para um jogo da quarta geração.

Let the carnage BEGIN!

E o jogo não se resume a apenas ganhar corridas. É preciso prestar atenção e se preocupar com diversos fatores, como o fato de você poder destruir veículos adversários com diversas armas, assim como eles podem fazer exatamente a mesma coisa com você. Existem inúmeras surpresas também nas diversas pistas do jogo, como poças de óleo que fazem seu veículo derrapar ou andar mais devagar, curvas sem guardrails e o principal: barras de metais preciosos, o que significam mais dinheiro além da premiação para os primeiros colocados. Tudo isso resulta em um verdadeiro festival de trapaças e carnificina no lugar das tradicionais e monótonas corridas, um dos party racings mais bem balanceados e viciantes da história. Você vence seus adversários, junta dinheiro, equipa seu carango com armas e mais potência, compete ainda mais, arruma um veículo mais moderno e pula para outra temporada em outro planeta, um ciclo de jogo bem simples, mas o suficiente para vidrar qualquer um por dias a fio.

Escolhendo seu personagem

O jogo conta com gráficos bem coloridos, aliados a um estilo artístico único e bem variado, fazendo o jogador passar por planetas industriais, glaciais e até tóxicos, um verdadeiro show visual enquanto você corre com diversos tipos de veículos disponíveis, indo desde um simples Jeep até a um Hovercraft em competições de alto nível. Mas o grande prestígio do título é mesmo sua trilha sonora, composta por grandes nomes do Rock N’ Roll e responsável por introduzir boa música a uma quantidade massiva de gamers. Paranoid (Black Sabbath), Born to be Wild (Steppenwolf) e Highway Star (Deep Purple) são metade da lista de seis músicas lendárias do jogo, um dos, se não o primeiro, a ter trilha sonora completamente licenciada – e de qualidade inquestionável, diga-se de passagem.

Vários veículos, vários mundos

Assim como aconteceu com quase todos os jogos multiplataformas da época, as versões são levemente diferentes em cada plataforma, cada uma com suas vantagens e desvantagens – a versão do SNES vem com som e gráficos muito melhores, enquanto a versão do Genesis conta com velocidade/fluidez levemente maior e uma música extra exclusiva: Radar Love (Golden Earring). No final, os dois lados saem felizes.

Se você ainda não jogou Rock N”Roll Racing, não perca tempo e presenteie-se com uma das melhores experiências que um gamer pode ter na vida. Um grande jogo que nunca envelhece, e tampouco será esquecido.

Nota: 10

[Epoch – The Time Machine] The Legend of Zelda: Ocarina of Time

Nome:  The Legend of Zelda: Ocarina of Time
Gênero: Action-Rpg

Distribuidora: Nintendo Produtora: Nintendo
Plataforma(s): Nintendo 64, Nintendo GameCube (relançamento), Nintendo 3DS (Remake)

O que fez de The Legend of Zelda: Ocarina of Time um dos melhores da história dos video games? Por que a maioria dos fãs da série o consideram o melhor até hoje? O que faz com que a crítica o venere entre os mais importantes, com as maiores notas ainda hoje nos rankings ? Esse Review faz parte do especial do mês de Junho dedicado ao Nintendo 64 na pagina no Facebook do Jogador Pensante. Espero que os fãs gostem e que os mais novos que não conhecem a serie desfrutem da análise do jogo mais icônico do Nintendo 64. E, claro, um dos mais significativos do universo gamer.

Depois do grande sucesso que foi The Legend of Zelda: A Link to the Past, que se refletiu tanto na crítica especializada e nos jogadores, as expectativas em the Legend of Zelda: Ocarina of Time, o primeiro em 3D, e para o console Nintendo 64, era gigantesca, principalmente após o lançamento de Super Mario 64, que demonstrou muito da competência do time da Nintendo em games neste novo e revolucionário formato.

É sábio dizer que as expectativas dos fãs da serie estavam altíssimas e que isso poderia causar uma certa decepção. Mas The Legend of Zelda: Ocarina of Time  mostrou para que veio e tudo o que esperavam do jogo foi simplesmente superado.

O quinto jogo da serie tem sua historia antes de A Link to the Past, ou seja, muito antes dos jogos do Nintendinho (The Legend of Zelda e Zelda II: The Adventure of Link e também do jogo de Game Boy chamado The Legend of Zelda: Link’s Awakening), dando, assim, a oportunidade à Nintendo de adicionar novas mitologias à saga, como raças e criaturas.

O jogo começa em Kokiri Forest, uma pequena vila florestal, protegida pela árvore anciã Deku Tree. Os habitantes da vila são os pequenos Kokiri e cada um é acompanhado por uma fada pessoal. Dentre os habitantes da vila está Link, uma criança que é julgada e desprezada por não ter uma fada.

Em uma noite, dormindo, Link tem um pesadelo com um homem de aspecto malévolo, montado sobre um cavalo perseguindo duas mulheres.

Link é acordado por uma fada de nome Navi. A pequeno ser alado e brilhante diz ao nosso heroi que ela foi enviada por Deku Tree e que a árvore sagrada requisita a presença de Link, para dar-lhe uma missão.

Navi explica que Link precisa de uma espada e escudo antes do encontro. A nossa aventura começa com pequenas atividades até Link conseguir os itens que a fada pediu. Quando conversamos com Deku Tree, a gigante árvore diz ao heroi que ela foi amaldiçoada e pede a ajuda de Link para que entre dentro dela e destrua a sua tormenta. Aí que realmente começa a aventura de Ocarina of Time propriamente dita: o primeiro Dungeon é um tutorial para o resto do jogo e é um excelente exemplo do Design dos níveis existente,  onde não vai faltar puzzles e nem Bosses impressionantes.

Depois de salvar Deku Tree do enorme monstro que se alojou em seu interior, a arvore começa a explicar toda a criação de Hyrule e a Triforce ao pequeno heroi. Em Ocarina of Time é finalmente revelado os nomes das três Deusas que regem todo o universo da série: Din (Triforce do Poder), Nayru (Triforce da Sabedoria) e Farore (Triforce da Coragem), que deixaram o testemunho sobre a criação. A árvore anciã revela também a Link que foi amaldiçoada por um homem proveniente do deserto que planeja dominar Hyrule. Antes de morrer, ela dá a Link a Kokiri’s Emerald e o aconselha a ir para o castelo de hyrule e falar com a princesa Zelda.

No castelo, ao encontrar a princesa Zelda, Link descobre que o homem misterioso de seus sonhos é o mesmo que matou Deku Tree: Ganondorf, nascido Gerudo, a raça do deserto, que pretende adquirir os artefatos sagrados, entrar em Sacred Realm, o reino sagrado onde se encontra a Triforce, e roubá-la para si. A única salvação é que Link consiga os artefatos antes dele.

O jogo cativa pela fantástica historia inicial com o jovem Link. Mas o jogo começa a ficar mais incrível após Link recuperar os 3 sagrados artefatos e entrar em Sacred Realm. Lá ele conhecerá os imortais anciãos e pegará a Master Sword.

No templo se passarão 7 anos e todo o mundo que Link conheceu sofrerá drásticas mudanças.

O item que dá nome ao jogo – Ocarina of Time – é um instrumento musical dado pela princesa a Link, que o utilizará em diversos momentos do jogo, com diversas melodias. Sua importância é enorme e será cabal para o garoto das roupas verdes e sem ela com toda certeza o mundo de Hyrule ficaria fadado à destruição.

A espinhal dorsal do jogo é muito proxima de The Legend of Zelda: A Link to the Past. No jogo do Snes era possivel viajar entre Light e o Dark World; já em Ocarina viajaremos entre o tempo, jogando com o jovem e o adulto Link. As mudanças são importantes, pois há missões e itens e até armamentos que só são possiveis em um dos tempos, para isso basta cravar a Master Sword no pedestal em seu templo.

O Link adulto tem em sua disposição diferente túnicas e botas. Existem ainda outros intens, tanto exclusivos ou compartilhados entre os tempos, entre eles, as Lens of Truth. As lentes são importantes para Link ver alem da visão com os olhos nus e enxerga itens escondidos e ela é util para muitos puzzles durante a jornada. Com Link adulto podemos utilizar tambem o arco e flecha, e associar elementos a ele, como gelo e fogo, para conseguir ataques específicos para tipos de inimigos, bem como resolver outros tantos enigmas.

Ao contrario do que se parece, Ocarina of Time tem um número menor de itens comparados com os anteriores, mas todos tem propositos muito especificos e são usados o tempo todo nos combates ou puzzles.

O grande atrativo de The Legend of Zelda: Ocarina of Time está mesmo na forma como é jogado e de que maneira revolucionou tanto o seu gênero. O jogo tem um sistema chamado Lock-On, inedito na serie, ou seja, Link pode marcar o alvo e ponto de interesse para atacar ou interagir. Quando está em um combate podemos, através desse sistema, nos esquivar, defender de forma mais precisa e, claro, usar as mais diversas armas e itens contra os inimigos, contribuindo para um combate muito dinâmico e satisfatório.

Uma outra grande novidade é a associação dos botões aos itens. A espada e escudo são fixos e não precisam dessa função, enquanto que para os outros itens é necessario entrar no menu do jogo, e associar o seu item de preferência ou necessidade a três botões “C” do Nintendo 64, facilitando a vida do jogador que não vai precisar abrir o menu varias vezes.

Outra novidade na época eram as multiplas funções do botão de ação, nesse caso o “A”, como exemplo: Link poderia empurrar um bloco ou pendurar em uma parede.

Ocarina of Time tem pulo automático, e novamente inovou. Retirando essa função do jogador, o jogo fluiu melhor e ficou mais funcional, muito devido a não existir no jogo tanta necessidade de saltar entre plataformas. Existem momentos que o pulo automatico pode chegar a atrapalhar , mas como o jogo não é baseado nessa mecânica, não tem interferência na experiência.

Vale ressaltar também o uso da câmera em primeira pessoa para algumas funções como procurar iten ou mirar com o arco e flecha. Para os padrões de hoje não impressiona, mas na epoca foi uma grande sacada a alternativa dessa visão.

Mas a grande novidade no game de Shigeru Miyamoto era a opção de tocar melodias com a Ocarina do Tempo. As treze musicas tinham funções especificas no jogo como: teletransporte entre os templos (fast travel), descobrir segredos ou então alterar o estado tempo entre dia e noite.

Entre as melodias, Link também tinha a opção de chamar sua fiel égua, tocando Epona’s Song. Montado em Epona, o jogo ganha mais uma dinâmica, pois a égua não é util apenas para correr sobre o mundo de Hyrule: com ela podemos tambem saltar sobre locais antes impossíveis. Enquanto se cavalga é ainda possível disparar flechas numa perspectiva na primeira pessoa mas seria mais divertido se pudéssemos atacar com a espada, o que, em Ocarina of time, infelizmente, não é.

De resto, o jogador vai encontrar tudo o que se espera de um The Legend of Zelda: diversos templos e masmorras para se explorar, entre side quest e main quest,  com inimigos variados e complexos, com cada um exigindo um grau de perícia e dificuldade e intrigantes puzzles com particulariedades para cada templo. No fim de cada templo, Link vai receber um item importante para continuar a luta no mundo de Hyrule.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time é tambem reconhecido pelos otimos gráficos, na epoca, para o Nintendo 64. Entre os cenarios habituais da serie como florestas, montanhas e lagos, Link irá visitar o interior de um vulcão, entrar em uma enorme caverna de gelo e até mesmo saltar para o estômago de um peixe-divindade. Tudo muito bem construído, o trabalho em variar os cenários no jogo é fascinante. Entre eles, um dos mais impressionantes é o do deserto, pois o efeito da tempestade de areia está muito bem reproduzido e não é difícil o jogador se sentir perdido.

O jogo oferece uma imensidão de atividades para passar o tempo em Hyrule. Link pode pescar, participar de concursos de tiro e corridas de cavalo em The Legend of Zelda: Ocarina of Time. Tudo isso aumenta ainda mais a imersão do vasto mundo de Hyrule.

Há algumas side quests importantes no jogo, como ajudar um vendedor de máscaras a aumentar a sua colecção ou então forjar uma espada de grande poder com a ajuda dos Gorons, missões mais longas e trabalhosas mas, ainda assim, muito recompensadoras. Tudo isso enriquece ainda mais o fantastico trabalho produzido.

A trilha sonora do jogo é um show à parte. Cada zona tem direito a uma melodia diferente e, enquanto melodias clássicas são automaticamente reconhecidas, novas composições juntam-se à já rica lista da saga, tornando a epopéia de Link uma obra perfeita. O fato das melodias tocadas na Ocarina serem um elemento chave no jogo ajudou a Nintendo a ter dado grande atenção à parte sonora.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time foi marcante e importante para solidificar a série com um dos ícone dos video games. No jogo tudo foi elevado ao ápice, contribuindo para a experiencia mais completa já feita na saga. Com o jogo a Nintendo conseguiu atingir um novo patamar de qualidade, invejado e copiado ao longo dos anos, mas nunca estabelecido com tanta maestria como no quinto jogo da serie da Big N.

Com um relançamento no Nintendo GameCube e um remake no Nintendo 3DS, The Legend of Zelda: Ocarina of Time sobreviveu ao tempo e até hoje é referência de qualidade. Era o que o mundo precisava ver, para reconhecer finalmente que video games também são arte.

Nota: 10/10

Musica tema de The Legend of Zelda: Ocarina of Time

[Epoch – The Time Machine] Tomba!

Tomba! (Ou Tombi na europa), é um jogo de ação e aventura 2D lançado pela extinta Whoopee Camp para Playstation 1.

Tomba em uma artwork

Tomba! Traz gráficos bonitos e coloridos em 2D, estilizados em computação gráfica, dando a impressão de um jogo feito de massa de modelar. Os controles não são muito diferentes dos jogos de ação 2D convencionais e a trilha sonora é bastante variada, com a maioria das músicas sendo agradáveis e casando bem com o clima de aventura.

A história do jogo é no mínimo singular. Em Tomba!, o jogador entra na pele de um menino pré-histórico de mesmo nome, que está atrás de uma ceeita suína malígna que roubou dele um importante bracelete, o qual recebeu de seu avô. O estilo artístico bem “anime” e os personagens bizarros, que vão desde um macaco falante a um sábio com um milhão de anos de idade, só contribuem para deixar o jogo com uma atmosfera bem leve e hilária.

Tomba e suas extraordinárias técnicas de judô contra os porcos malvados.

Tomba! não é só um simples jogo de ação e aventura 2D. O título possui quebra-cabeças e uso de itens de um adventure point-and-click, pontuação e número de vidas de um jogo de ação arcade e sistema de experiência e níveis de um RPG. O equilíbrio perfeito entre todo esse conteúdo, mais a boa exploração desses elementos, faz de Tomba! um jogo variado e compentente em tudo que ele apresenta. O jogador vai precisar alternar o arsenal do menino selvagem, que vai desde bumerangues a grampos, resolver problemas apresentados no mundo que variam desde preparar um suco de banana para um NPC a manipular uma floresta e suas plantas através de sentimentos, e dominar os impecáveis controles e física do jogo para poder superar os mais diversos desafios. O jogo chega até mesmo a mudar a câmera de tempos em tempos, de 2D vertical para isométrica.

Seus problemas acabaram – Tomba chegou!

Contudo, pode-se dizer que o “defeito” de Tomba! Seja a sua duração – é possível terminá-lo em menos de dez horas, dependendo do jogador. Além disso, o jogo não apresenta muito conteúdo extra, limitando-se a algumas poucas missões e itens opcionais.

Tomba! Foi um dos primeiros jogos a aparecerem na primeira plataforma de videogames da Sony. Chegou discreto e foi embora sem fazer muito barulho, mas certamente permaneceu na memória de quem o conheceu. Um pequeno grande jogo que deve ser conhecido por todo gamer, já que este, não permite a desculpa de “não ter tempo” pela sua duração.

Nota: 10