[Review] The Division

When society falls, we rise.

Produtora: Ubisoft
Distribuidora:  Ubisoft
Gênero: Tiro em terceira pessoa
Plataforma: Xbox One, Ps4 e PC
Versão Analisada: PC

The Division, o mais novo Massive Multiplayer Online da Ubisoft teve finalmente seu tão esperado lançamento. O público todo foi à loucura quando viu o seu primeiro trailer: gráficos impressionantes, gameplay inovador e dentro de todo um novo conceito e mistura de gêneros. Mas será que cumpriu o prometido ou teríamos em mãos um segundo Watch Dogs?

De história o jogo tem muito pouco, e o pouco que tem acabou sendo muito mal contado. Tudo que você sabe pelo extenso vídeo de introdução é que uma epidemia se espalhou por Nova Iorque, uns lugares afetados mais drasticamente que outros, e o seu personagem faz parte da Divisão, agentes que estão prontos para situações como essas, assim capazes de ajudar a tomar o controle da civilização e humanização da sociedade.

Trechos de acontecimentos são vistos através de missões secundárias, que mostram o que ocorreu durante o início da epidemia, onde toda a população estava descontrolada e procurando alternativas de sobrevivência e de escapatória da grande cidade.

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[Fran’s Review] Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

“Les Enfants Terribles… Zero called it.”

Produtora: Kojima Productions
Distribuidora:  Konami
Gênero: Operações de espionagem tática
Versão Analisada: Xbox One
Plataforma: Xbox One, Xbox 360, Ps4, Ps3 e PC

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain veio para fechar todas as pontas soltas desse incrível e grande enredo, sendo o último da saga sendo dirigido pelo nosso querido Hideo Kojima.

Muitas dúvidas ainda pairavam no ar para saber o que de fato aconteceu com o Big Boss para que ele se tornasse o conhecido vilão dos primeiros jogos da série, ainda para o console MSX, Metal Gear e Metal Gear 2: Solid Snake. O que o transformou desde o Snake que conhecemos em Metal Gear Solid 3: Snake Eater para virar o tão temido Big Boss?

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[Fran’s Review] Batman: Arkham Knight

“-Batman, it’s probably a trap.

– I’m counting on it.”

Produtora: Rocksteady
Distribuidora:  Warner Bros. Interactive Entertainment
Gênero: Ação-Aventura
Versão Analisada: Xbox One
Plataforma: Xbox One, Ps4 e PC

Arkham Knight tem o início logo após os eventos do Batman: Arkham City, se preparando para concluir a história do super-herói nesse universo.

A história é muito bem apresentada, começando com uma narração do Comissário Gordon sobre os acontecimentos daquela época e te introduzindo àquela nova aventura contra o famoso vilão Espantalho.

Foi introduzido nesse jogo um novo vilão, sendo mais um dos que ajudam o Espantalho em sua missão de enlouquecer Gotham e o Batman, o Arkham Knight, quem passa a ter um papel muito importante no desenrolar da história, muitas vezes até deixando o vilão principal um pouco de lado.

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[Fran’s Review] Sunset Overdrive

“Now THAT’S how you end a game”

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Produtora: Insomniac Games
Distribuidora:  Microsoft Studios
Gênero: Ação-Aventura, Tiro em Terceira Pessoa
Plataforma: Xbox One

Sunset Overdrive teve sua primeira aparição em um trailer que mostrava o que o jogo seria, em seu núcleo, mas que não conseguia dar uma ideia geral de como ele seria na prática.

Acabou chamando muita atenção por ser um jogo da Insomniac Games, conhecidos por Spyro The Dragon, Ratchet & Clank e Resistance. Mesmo após trailers do jogo e vídeos de como ele seria, a única maneira de entender como ele é empolgante e viciante é quando se joga.

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[Fran’s Review] Metal Gear Solid V: Ground Zeroes

“Kept you waiting, huh?”

Produtora: Kojima Productions
Distribuidora: Konami
Gênero: Espionagem tática
Plataforma(s): Xbox One, Xbox 360,  PS3 e PS4
Versão analisada: Xbox One

Vendido apenas pela metade do preço, Metal Gear Solid V: Ground Zeroes é uma breve introdução ao que está por vir em sua continuação, Metal Gear Solid V: Phantom Pain. Ao dizer introdução me refiro tanto em história quanto em mecânica.

A história de Ground Zeroes é muito curta, e com o intuito mesmo de apenas direcionar para o próximo jogo, sendo apenas um intermédio entre o Phantom Pain e o jogo anterior, Peace Walker. Apenas uma das missões do jogo, a principal, tem foco em mostrar essa história. Ou seja, não espere nenhum jogo com uma vasta campanha, e sim algo mais próximo aos VR Missions, já existentes em jogos anteriores da série. Embora a conexão entre os dois jogos tenha sido feita com sucesso, inúmeros personagens e acontecimentos ficaram em aberto, deixando todo o desfecho para o Phantom Pain.

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