[Especial] Brasil Game Show 2013

A feira de jogos, Brasil Game Show, está em constante crescimento. No ano passado, em 2012, o evento ocupava apenas um pavilhão da Expo Center Norte, em São Paulo, e esgotou todos os ingressos. Esse ano não foi diferente, esgotou para quase todos os dias, sendo que dessa vez foram usados dois pavilhões, com estandes gigantes da Microsoft e da Sony, e outros estandes grandes e com muito mais diversidade.

Como é o propósito de um evento desse tamanho mostrar o que é novo, era de se esperar que os novos consoles estivessem lá. E estavam, Xbox One e Playstation 4, prontos para serem jogados, após uma fila de pelo menos uma hora.

Filas e multidões era o que mais se encontrava em um evento onde tinham promoções, prêmios e gente famosa em todos os lugares.

Entre os locais que ofereciam jogos para serem jogados, tinham campeonatos de jogos da Blizzard, Assassin’s Creed IV: Black Flag em seu estande único para ser jogado, Sony com Killzone Shadowfall, central Arcade da Warner com Dying Light, Batman Arkham Origins, entre vários outros jogos.

Confira agora minha breve experiência no evento.

Ryse: Son of Rome

Infelizmente, pelo tempo curto de jogatina, não consegui fazer o que queria, jogar o modo história do jogo pra entender como funciona a mecânica de comandar um exército, e as QTEs (Quick Time Event) que marcaram os vídeos de gameplay.

O modo que deixaram pra jogarmos, era o de arena, similar ao visto nos vídeos de multiplayer. Ou seja, por ser um modo em que são permitidas várias pessoas, não possui as QTEs em forma completa, apenas no caso de matar dois inimigos juntos que o personagem faz uma animação diferente, mas nada que não seja padrão de combate de um Assassin’s Creed ou Batman Arkham.

Falando nesses dois grandes jogos, algo que faltou no combate foi a facilidade de um counter attack digno, em que o personagem não para de lutar, defende naturalmente e consegue dar uma boa investida no inimigo. É claro, não consigo dizer se o jogo realmente tem esse recurso, mas pelo tempo que consegui jogar, não o encontrei.

Não fiquei impressionado com o combate e esperava mais. Só tinham dois botões que faziam ataques, e não tive também oportunidade de explorá-los muito bem. Apenas um ataque básico pra cada um dos botões, e outro mais forte que precisa segurar o botão, assim o personagem vai com mais força em cima do inimigo, levando mais tempo para a execução. Um dos ataques é feito com a espada e outro com o escudo. Um dos botões agarra o personagem inimigo, pelo que consegui ver, mas não tive tempo de explorar.

As animações dos inimigos são muito parecidas umas com as outras, sem falar que eles mesmo são todos iguais.
O visual, é claro, está lindo demais, como já vimos em todos os vídeos. E olha que ainda é o começo de uma geração com muito potencial. Lembram de como babávamos pelo gráfico de Halo 3 no lançamento? Então.

Não sei como será o modo multiplayer do jogo de fato, pois acabei jogando nesse modo sozinho, mas por enquanto não é algo que me atrai. Ainda estou aguardando por uma oportunidade de jogar o modo história, que pelo menos pelos vídeos, parece ter uma mecânica mais diversificada.

Vocês conseguirão ver o breve vídeo gameplay do jogo em nossa página do Facebook.

Dying Light

No final do evento, quando já quase não tinham filas, consegui dar um pulo no estande Arcade da Warner pra jogar um pouco de Dying Light, o qual fiquei interessado desde o primeiro trailer.

Esse sim é tudo aquilo que o trailer mostra. Conseguiram passar parte da mecânica e como funcionam missões em uma demo de cinco minutos.

A demo começa com uma breve introdução da história e um pequeno vídeo ensinando como jogar (dica ao Ryse).

Os comandos são basicamente uma mistura entre Mirror’s Edge e Dead Island, onde o RB pula por cima de zumbis, cercas, carros, escala tudo que está ao alcance do jogador, RT ataca os inimigos com sua arma branca básica, B agaixa, e LT atira facas. Claro, esses são os comandos básicos do jogo, mas já da pra entender a mistura citada acima.

O jogo flui bem, e o cenário é inteiro feito de forma que não é tão simples de alcançar o seu objetivo, mas consegue fazer com que seja prático de se movimentar, com ocasionais zumbis nas esquinas.

O jogo conta também com outros humanos, e lutas por suprimentos e sobrevivência, além da correria de ter que fazer as missões antes de escurecer.

O visual está bom. Joguei em uma máquina que simularia os gráficos do Xbox One, com um controle de Xbox 360, e não fiquei impressionado. São gráficos bons, mas nada que um GTA V não chegue perto.

Controle do Xbox One

Vale uma nota pessoal também sobre o controle do Xbox One, o tão falado que será o melhor do mundo e tudo o mais. Não é mentira, é de fato um controle impressionante, ele encaixa na sua mão sem nem ter perigo algum de escorregar de alguma forma. Os dedos encaixam perfeitamente nos analógicos e não escapam dali por nada. Não consegui sentir a diferença da vibração separada nos gatilhos RT e LT, mas é provavelmente porque naqueles 5 minutos de jogo esse recurso não foi utilizado mesmo.
Espero um dia ter a oportunidade de utilizar o novo controle do Playstation 4, mas por enquanto o do Xbox One está ganhando pra mim.

Bem, caros leitores, isso é tudo que eu consegui ver e testar na feira, visto que eu fui a trabalho e não tive tempo de ver mais coisas. Espero conseguir trazer conteúdos mais fresquinhos da nova geração para vocês assim que possível!

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