[Mara’s Review] The Brigmore Witches

Nome: The Brigmore Witches

Produtora: Arkane Studios

Distribuidora: Bethesda

Gênero: ação/stealth

Plataforma(s): PC, Ps3 e Xbox 360 (via download)

Versão analisada: Ps3

The_Brigmore_Witches_Poster

Daud e a bruxa Depois do final abrupto de The Knife of Dunwall, retornamos aqui para analisarmos a segunda parte da história do nosso querido e atormentado assassino Daud. The Brigmore Witches, lançado em agosto, retoma a busca desesperada de Daud por Delilah, que antes era apenas um nome, mas agora possui um rosto e história. Delilah é uma bruxa também tocada pelo sinal do Outsider, que vive na fronteira de Dunwall e planeja algo grande e perigoso. O jogador se vê novamente na pele de Daud, que busca encontrar uma forma de chegar até o refúgio da bruxa: a mansão abandonada de Brigmore. O jogo já possui um destino certo, restando a Daud (e ao jogador) apenas chegar até ele. Mas como? As terras de Brigmore são afastadas de Dunwall e só podem ser alcançadas com uma embarcação capaz de passar despercebida pelo rígido controle da cidade. Daud então busca ajuda na contrabandista Lizzy Strider, dona do transporte necessário e dos meios capazes para que chegue até Brigmore. Só existe um problema: Lizzy Strider está bem presa, restando ao nosso assassino apenas uma escolha: tirá-la da prisão Coldridge. É então que a missão de Daud começa…

As simpáticas bruxas da seita de Delilah.

As simpáticas bruxas da seita de Delilah.

The Brigmore Witches conta com três missões, sendo a primeira a prisão de Coldridge, já conhecida pelos jogadores de Dishonored (sim, é o mesmo local de onde Corvo foge). A ambientação foi reciclada e ganhou uma nova área. Uma missão simples, mas com uma adição interessante: o jogador pode entrar na prisão vestido como guarda Overseer reduzir suas chances de ser descoberto. Mas é a segunda missão, Draper’s Ward, que conquista o jogador. Uma grande área ocupada por duas gangues rivais, onde o jogador decide se fará um caminho repleto de corpos no chão ou optará pela sutil diplomacia capaz de abrir muitas portas. Draper’s Ward conta com lojas, um porto, uma fábrica de tecidos e esgotos. Todos prontos para serem explorados pelo jogador.

Gangues de Nova York... digo, de Dunwall.

Gangues de Nova York… digo, de Dunwall.

E o que dizer então da depressiva mansão Brigmore? No meio de névoas e ruínas, o local escolhido por Delilah e sua seita de bruxas é sombrio e de uma beleza sobrenatural.

Vista da alagada mansão de Brigmore.

Vista da alagada mansão de Brigmore.

The Brigmore Witches conta com algumas novidades, desde novos equipamentos e um novo poder (que confesso ser de pouca utilidade) e novos inimigos. As bruxas de Brigmore são um grande desafio para o jogador, principalmente se acompanhadas de seus leais e mórbidos cães, ressuscitados por meio de magia. Caso encontre um grupo delas é melhor correr, pois não há chance de sobreviver do ataque conjunto desses seres. Assim como The Knife of Dunwall, essa expansão pode durar até cinco horas de duração, dependendo da curiosidade do jogador. O jogo conta com inúmeras maneiras de se terminar uma missão e isso apenas aumenta o incentivo para repetirmos a história de Daud, contudo, espere os erros e acertos vindos de Dishonored em relação à jogabilidade. A redenção de Daud O final do jogo, no entanto, deixa a desejar. Sem me prolongar aqui com revelações de enredo, confesso que esperava mais do encontro entre Delilah e Daud. Com tantos personagens prontos para serem explorados, poderes e um ambiente rico, a história de Daud chega, infelizmente, ao fim de uma maneira rápida demais.

Oi, gracinhas!

Oi, gracinhas!

No entanto, há beleza em Brigmore Witches, uma história que trata apenas da redenção do assassino Daud. E a conclusão, narrada pelo Outsider, traz um ar mais triste ao final, como se fizesse o jogador perceber que nunca há finais completamente felizes, independente de suas escolhas. Para aqueles que jogaram e gostaram de Dishonored, ambas as DLCs são obrigatórias, pois contam uma história que não só instiga o jogador, como também completa o arco principal.

Nota: 8/10

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