[Neto’s Review] Luigi’s Mansion: Dark Moon

“A real hero!”

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Os fantasmas se divertem

Luigi’s Mansion: Dark Moon é a sequência para Luigi’s Mansion, título de lançamento do Game Cube (e é muito estranho perceber que esse video game é de duas gerações atrás… até pouco tempo atrás estava logo ali, há apenas uma). Lançado exclusivamente para 3DS, o jogo traz a premissa de um Luigi caça fantasmas.

E esses fantasmas adoram uma bagunça. A Dark Moon (uma estranha segunda lua, que deixa os fantasmas do mundo do jogo, chamado de Evershade Valley, calmos e amigáveis) foi roubada e partida em vários pedaços por um tipo mais poderoso de fantasma: os Boos.

Sim, exatamente, os mesmos fantasmas que tanto aparecem nas aventuras do irmão mais famoso do Luigi, o Mario. Aquelas bolas brancas que se cobrem os olhos quando os vemos, habitantes de Ghost Houses. Aqui, eles resolvem fazer uma estripulia danada, tornando os pacíficos fantasmas de Evershade Valley em seres malignos.

E isso tudo muito irrita o Dr. E. Gadd, estudioso de fenômenos paranormais, já presente desde o primeiro jogo da série. Ele convoca Luigi (na verdade o pixeliza através de uma máquina capaz de teletransportar) direto do conforto de sua casa até seu laboratório para dar um jeito nisso. Logo ele, tão covarde, tão medroso.

O Dr. E. Gadd, conselheiro e guia de Luigi por Evershade Valley

O Dr. E. Gadd, conselheiro e guia de Luigi por Evershade Valley

O enredo do jogo é bastante pobre, para não dizer disconexo. Houve, nesse contexto, uma regressão do primeiro jogo, onde todos os fantasmas tinham uma personalidade diferente, principalmente os dos antigos habitantes da mansão que o Luigi havia ganhado previamente.

Porém, não nos deixemos enganar com o fato do enredo ser pobre e desconexo. O jogo é simplesmente hilário e o Dr. E. Gadd e Luigi esbanjam carisma. O primeiro, com suas frases de incentivo ao protagonista do jogo, que ao mesmo tempo são positivas, mas também tiram um sarro das situações. E o segundo porque, mesmo sem dizer uma palavra durante todo o jogo, é tão medroso e covarde que é impossível se cansar de vê-lo levando sustos e tropeçando por aí. É como ver um filme de comédia com um enredo tão besta que você fica vendo só pelas piadas, sem nem se importar com o que está acontecendo na história em geral.

Atividade Paranormal

Agora, ao invés de termos só uma grande mansão, o jogo se divide em fases e missões. Temos vários mundos (representados pelas mansões – ou, mais especificamente, pelos locais, pois nem todos os mundos são mansões em Luigi’s Mansion: Dark Moon) que se dividem em diversas fases e nessas fases temos, às vezes, mais de uma missão a cumprir (essas, no entanto, são quase sempre lineares, e aparecem assim que se termina a anterior).

Isso trouxe uma coisa boa ao jogo: longevidade e variação de cenário. O primeiro Luigi’s Mansion é considerado um jogo extremamente curto, porém Dark Moon não sofre desse mal. Para um jogo de portátil, achei ele até longo: foram 14 horas até que eu chegasse ao final do jogo, e isso sem completar absolutamente tudo. A parte ruim disso é a falta de conexão da história, tornando o enredo pobre (mas, devido ao humor do jogo, isso acaba se tornando supérfluo).

Todas as fases estão lotadas de fantasmas e sempre que vierem para assombrar o Luigi, o jogador deve se preparar para batalhas bastante simples. Normalmente os fantasmas vêm em pequenos grupos, o que facilita o combate. Morrer em Luigi’s Mansion devido à caça de fantasmas é algo bem difícil, a não ser nas últimas fases, que começam a deixar as coisas mais tensas.

Corre, Luigi!

Corre, Luigi!

Essa facilidade do jogo se dá devido à pouca agressividade dos inimigos e também à lentidão para executarem ataques, dando tempo mais do que suficiente ao jogador para sair da área em que seria atingido. Outro ponto é que por todo lado há corações que recuperam a vida do Luigi. Talvez tivesse sido melhor ter dosado isso um pouco mais, tornando a coisa um pouco mais “survival horror” (hehe).

A facilidade é tão evidenciada que eu só vim a saber para que serviam os ossos de cachorro dourados que encontramos pelo caminho lá pelo quarto mundo (e isso foi porque eu cai muitas vezes no mesmo buraco – falaremos disso mais na frente).

Para o combate, Luigi estará armado de um aspirador de pó, digo, de fantasmas (mas aspira pó também), chamado Poltergust 5000, de uma lanterna estroboscópica que também possui um dispositivo de luz negra. As lutas são bastante simples: basta localizar os fantasmas, piscar a luz neles e aspirar.

Luz e aspirador de pó: uma excelente combinação.

Luz e aspirador de pó: uma excelente combinação.

Em Luigi’s Mansion, do Game Cube, os dois analógicos tínham uma função importante: podia-se mover mais livremente com o esquerdo, enquanto o direito era usado para aspirar com mais eficiência. O 3DS não tem dois analógicos (infelizmente) e isso prejudicou no sentido de que agora a movimentação é nula e Luigi é sempre arrastado pelo fantasma (ou se move para o lado em que se está sugando muito lentamente) enquanto  o suga. Sempre que estiver sugando, é importante pressionar o disco analógico para o lado oposto, que vai encher uma barra que dá uma sugada mais forte, retirando mais “pontos de vida [ou seria de morte?]” dos fantasmas.

Isso tudo torna as batalhas de Luigi’s Mansion: Dark Moon um exercício de paciência. Por exemplo, ao se estar sugando um fantasma e outro vem atacar, não é possível fugir da área enquanto estiver ativado o Poltergust: deve-se parar de sugar, desviar e voltar ao ataque.

O que realmente dá variação ao combate são os diferentes inimigos que aparecem ao mesmo tempo. O jogo conta com uma boa variedade de inimigos até, cada um com ataques e defesas diferentes. Há até mesmo fantasmas que se enrolam em bandagens enquanto em cima de uma perna-de-pau para se tornarem múmias!

E, por mais que pareça que eu mais reclamei do combate do que vi acertos, isso não quer dizer que ele não seja divertido. Pelo contrário, aspirar fantasmas é muito legal em Dark Moon!

O Sexto Sentido

Outra coisa que o jogador vai fazer muito em Luigi’s Mansion: Dark Moon (muito mais do que aspirar fantasmas, por sinal) é explorar à exaustão os cenários. Muito da dinâmica do jogo é baseada nisso, principalmente na boa observação. Inclusive em muitos casos é necessário olhar para cima para descobrir como sair de algum lugar e prosseguir no jogo. Há momentos em que tudo o que se precisa fazer é puxar um papel de parede mal colocado utilizando o Poltergust 5000, mas até perceber que o certo é fazer isso, já demos voltas e voltas pela fase procurando por onde continuar.

Outra necessidade de se explorar é para localizar os coletáveis, que se dividem em: gemas, dinheiro e Boos. As gemas são jóias que ficam escondidas e que servem apenas para se completar 100% do jogo.

O dinheiro está em abundância por todo lado. O pessoal que morava em Evershade Valley devia ser um bando de milionário que não confiavam muito em bancos para guardar suas economias. Observar o ambiente, fuçar em armários e gavetas, remover teias de aranha, puxar tapetes e papéis de parede… tudo isso (e muito mais) é nec essário para se conseguir bastante dinheiro no jogo, e ele se faz necessário especialmente para obter upgrades na Poltergust 5000 e na Dark Light.

Além de tudo, as mansões apresentam armadilhas do cenário, que também requerem atenção.

Além de tudo, as mansões apresentam armadilhas do cenário, que também requerem atenção.

Os Boos são necessários para se abrir a fase secreta de cada mundo. Ao coletar todos os Boos de um mundo, a fase secreta deste é aberta. São bastante difíceis de se coletar, visto que são invisíveis e requerem o uso da Dark Light para serem descobertos. Normalmente ficam escondidos em alguma ilusão, como por exemplo, um armário que estava ali e outra hora não está mais. A observação atenta é extremamente necessária para encontrar os Boos, mas enfrentá-los é bastante fácil, visto que são muito pouco agressivos e basta revelá-los utilizando a Dark Light e puxar-lhes a língua que eles saem quicando e perdendo vida (ou morte?) rapidamente.

Como visto acima, a Dark Light vai servir primordialmente para encontrar coisas escondidas, passagens secretas e afins, ocasionados por ilusões, que ficaram invisíveis. Não se pode usá-la direto sem parar, mas dificilmente o jogador se encontrará em uma situação assim, a não ser que não saiba o que está procurando, pois a luz aquece bastante e deve-se aguardar um tempinho para que ela esfrie. Nada complexo.

The Dark Light Rises

The Dark Light Rises

Explorar as fases de Luigi’s Mansion: Dark Moon, como visto, é bastante recompensador, além de necessário. E é também divertido rachar a cabeça dessa forma. A exploração é meio que travestida de puzzles, mas exige é observação, e não um raciocínio lógico, o que poderia tirar um pouco da fluidez do jogo.

Os Outros

Um ponto extremamente positivo para o jogo são as batalhas contra os chefes. Todo mundo possui um e esses combates são os mais bem bolados do jogo, e exigirão bastante perícia e reflexos.

Elas são contra os fantasmas mais fortes do jogo, que são capazes de possuir objetos inanimados e usá-los de forma nefasta. O jogador deve encontrar a estratégia certa contra o chefe para conseguir derrotá-lo e, então, piscar a luz no fantasma que sair e puxar.

Um dos chefes do jogo.

Um dos chefes do jogo.

As batalhas são bastante variadas e cada chefe é diferente do anterior, com batalhas que possuem mais de uma parte diferente, inclusive. Muito bom, de verdade, aumenta o desafio e o raciocínio nessas situações.

Simão, o Fantasma Trapalhão

Luigi’s Mansion tem uma falha que eu acho bem chata: as partes em que tenta ser platformer.

Sinceramente, pareceu que são partes para utilizar o gimmick de mexer o 3DS para os lados. São sempre situações de se atravessar uma parte estreita, em que Luigi vai perdendo o equilíbrio e deve-se ficar mexendo o 3DS para lá e para cá. Com o analógico é simplesmente muito mais ineficaz, para não dizer impossível (foi tentando fazer com o analógico que eu morri pela primeira vez no jogo, como disse lá em cima).

Não sou fã desses gimmicks. Não é algo que tire o brilho do jogo, afinal essas partes ocorrem muito pouco, porém acho que seria de melhor tom deixar que o jogador utilizasse o bom e velho analógico.

Não achei uma imagem boa de alguma passagem estreita... então fique com essa que é mais legal.

Não achei uma imagem boa de alguma passagem estreita… então fique com essa que é mais legal. 

A Noiva Cadáver

O trabalho artístico de Luigi’s Mansion: Dark Moon é maravilhoso. O cuidado dado ao visual do jogo foi enorme. Tentei jogar em 3D, mas simplesmente não consigo, infelizmente, me dá dor de cabeça.

No entanto, não se precisa de 3D para apreciar a beleza do jogo. Tudo bem, é cheio de serrilhados para lá e para cá, mas acho que em um jogo de portátil isso não é lá um grande problema, afinal todo o resto é brilhante: de cenários a modelos dos personagens.

Luigi’s Mansion: Dark Moon simplesmente quase não tem linhas retas. Tudo é feito de modo torto, dando uma impressão bizarra dos lugares, além de parecer serem mansões bem antigas e rústicas.

Os personagens também são bastante expressivos e carismáticos, incluindo os inúmeros fantasmas, sempre fazendo careta, dando ainda mais personalidade ao jogo. O destaque disso tudo, obviamente, fica por conta do Luigi, que se assusta a todo momento, com movimentos espalhafatosos e caras e bocas simplesmente hilárias.

Expressividade dos fantasmas.

Expressividade do fantasma.

A sonoplastia do jogo também não fica atrás, com ritmos que sempre aludem ao clima etéreo e fantasmagórico do jogo. Também deve-se somar o fato do Luigi assoviar junto com a música em alguns momentos (tapa na cara dos “doh doh” de New Super Mario Bros.), e eu até mesmo me pegava assoviando junto as músicas. Isso para não dizer no toque do celular-Nintendo DS do Luigi, utilizado para conversar com o professor E. Gadd.

O jogo não possui dublagem, mas pelo nível cartunesco do jogo, acho que isso, nesse caso, foi até uma coisa boa. Os personagens soltam grunhidos e por vezes algumas palavras, como “Luigi”, “No” e outras coisas simples. E é impossível tirar a risada do Dr. E. Gadd da cabeça depois de tanto ouvi-lo rir do Luigi sendo pixelado. Assim como também é difícil não falar “Hello” junto com o Luigi no que ele atende as ligações do doutor.

Sinceramente, esse é o meu toque de celular atual.

Ghostbusters

O jogo apresenta um modo multiplayer bem legal, de cooperação e de embate até quatro participantes, que devem ir subindo os andares da torre chamada Skyscrapper, limpando as salas de fantasmas. Aqui a habilidade será testada, tanto de exploração quanto de aspirar fantasmas.

Há vários modos, porém a minha conexão com os servidores do jogo ou é péssima ou simplesmente é complicado mesmo conectar. Consegui jogar pouquíssimas vezes, na maioria dava alguma falha, ou algo do tipo. Como não sei se sou um caso isolado, nem posso reclamar disso, já que vi por aí muita gente conseguindo jogar o multiplayer online.

Arte conceitual do multiplayer... "Marios Verdes" de várias cores.

Arte conceitual do multiplayer… “Marios Verdes” de várias cores.

Há a possibilidade de se jogar com outros amigos que estiverem com o 3DS no mesmo ambiente que você, mas isso para mim também é impossível, visto que meus amigos não possuem um 3DS (*chora inconsolavelmente*).

Mas, bem, nem vou levar o multiplayer em conta nessa análise (afinal, nunca o faço – apesar de ser algo que quero começar a fazer), estou apenas citando, por via das dúvidas!

O Fantasma de Evershade Valley

Luigi’s Mansion: Dark Moon é um jogo feito com muito esmero. A maior deficiência do primeiro jogo da série foi eliminada: agora o jogo é bastante longo. Com um humor que é difícil não agradar a todos, uma arte maravilhosa, boa jogabilidade (apesar do gimmick chato) e variedade de fantasmas, Luigi’s Mansion: Dark Moon tem tudo para ser um dos grandes jogos de Nintendo 3DS, e mostra que a série tem potencial para mais jogos.

Se você gosta de exploração e é uma pessoa observadora, o “survival horror” do “Mario Verde” é a sua cara.

Boo!

Boo!

O melhor: bastante conteúdo e longevidade para uma série que começou mal nesse quesito

O pior: gimmick desnecessário

Nota: 9,0/10,0 (Resident Quem?)

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14 pensamentos sobre “[Neto’s Review] Luigi’s Mansion: Dark Moon

  1. Cara eu tenho o game cube até hj e Luigi’s mansion era um dos jogos mais divertidos dele. Simplesmente adorei.

    Curti muito o que li, principalmente o fato de variedade e bosses. Como quero agora o portatil, vou pensar com carinho nesse jogo

  2. Gostei bastante da análise. Só uma dica pra deixar os embates com menos ar de “exercício de paciência”: pode-se saltar apertando o A enquanto suga, assim não precisa ter que parar de sugar pra desviar do ataque de outro fantasma.

    • Valeu pela dica, Alécio! Te juro que não sabia disso! Ou passou batido caso o jogo tenha me ensinado ou eu que realmente nem pensei isso, já que o B só serve pra correr em situações normal!

  3. Luigi cantarolando a trilha sonora enquanto anda na mansão é foda demais hahaha
    E parar em baixo de uma biqueira de água e ele toma um banho hahaha

    O jogo é foda demais mesmo, to na mansão 3, só não zerei ainda porque não jogo 3DS em casa, guardo os games pra jogar no trampo na hora livre =P

    Boa análise Netão!

  4. O nível do Review caiu muiiiito em relação ao ultimo (único) que li: Mario wiiU.
    Primeiro que o texto é desconexo e contraditório em algumas partes, dando impressão que foi feito por duas pessoas diferentes, que ao mesmo tempo que critica uma coisa específica, qualifica a mesma imediatamente…
    Tirando isso (os primeiros parágrafos do Review), é bastante verossímil.
    Pelo texto e comentário supra, dá pra saber que o jogador deu ênfase a simplesmente chegar ao final, e duvido que conseguiu 3 estrelas em alguma fase…
    Uma dica pro player que escreveu o texto: esqueça o enredo!! enredo é simplesmente um pretexto pra dar o ponta pé inicial. Qual o Enredo do DK?? roubaram bananas… Qual o Enredo do Zelda? Roubaram a princesa… Do Mario??? Roubaram a princesa… Do Smash bross?? nem sei!! Do Mario Party?? Nem sei!
    Pare de preconceito com uma coisa que nunca foi um ponto forte da Nintendo… e aproveita e dê maior ênfase no jogo!! explore mais!
    Curte Enredo??? jogue Uncharted 3 no Ps3 ou Max payne 3!!! ambos são excelentes games!

    • Amigo, eu sinceramente não entendi o que você quis dizer com desconexo e que parece que foi feito por duas pessoas diferentes. Não vi onde entrei em contradição também. Gostaria que você me apontasse.

      Quanto a dar ou não atenção ao enredo, eu dou atenção ao enredo em qualquer jogo, mas vê-se claramente que eu não levei ele em consideração na análise, apenas falei sobre, e exaltei o humor do jogo em um geral.

      Sobre o jogo, joguei bastante, zerei, rejoguei algumas fases, fiz 3 estrelas em poucas, isso é verdade, mas não é necessário ser um PRO Player para fazer uma análise.

      No mais, obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  5. Amigo, eu li, gostei de suas opiniões sobre o game, e acho mais que você, eu também nem achei a ausência do analógico tão prejudicial. Óbvio que se fosse como no GC, o jogo teria uma jogabilidade mais complexa, mas só de movimentar Luigi para o lado oposto ao que o fantasminha está fugindo foi uma boa solução pra suprir a ausência do segundo analógico. Bem, em relação ao enredo, também acho que o carisma dos personagens suprem a falta de uma história mais robusta. Aliás, uma história mais complexa talvez até estragaria o game.

    Por fim, concordo plenamente que este jogo é totalmente excelente. 3DS seguindo os mesmos passos de seu predecessor o/ 😀

  6. Adorei sua exposição sobre o jogo.

    Confesso que nao conhecia esse jogo na epoca do GC mas meu marido jogou e falou que sempre foi bem legal.

    Estoi gostando muito de jogar mas confesso que nao jogo com frequencia pqe cansa de tanto ficar desvendando os misterios mas que eh top o jogo isso ele eh.

    Abracos

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