[Rodrigo’s Review] DmC – Devil May Cry

Nome: DmC – Devil May Cry
Gênero: Hack’n Slash

Distribuidora: Capcom Produtora: Ninja Theory
Plataforma(s): Playstation 3, Xbox 360 e Pc.

Versão analisada: Xbox 360

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O filho prodígio.

Devil May Cry finalmente chegou a nova geração! Tem algo errado no review? Calma que eu explico: Devil May Cry 4 foi um bom jogo, mas não passou disso. Seus gráficos e mecânicas e até mesmo o enredo, eram ultrapassados e fora do contexto que o mercado estava seguindo. Um tipico jogo da geração passada.  Com isso em mente a Capcom resolveu reformular uma de suas principais series, nascendo assim DmC – Devil may Cry.

Reboot hoje em dia estão na moda. Não somente nos video games, mas em quase todos meios de entretenimento  como cinema e até mesmo livros. A Capcom sabia que era arriscado fazer isso em uma seria tão amada e aclamada. O numero de fãs do personagem Dante e seu eterno irmão inimigo Vergil no mundo é enorme, e mudar a estrutura do game e o visual dos irmãos era muito arriscado. Para isso a Capcom chamou o pessoal talentoso da Ninja Theory, criadores de Enlasved e Heavenly Sword, para dar uma mãozinha.

O primeiro vídeo de apresentação do game na E3 de 2010, espantou a todos, e houve muita reclamação, principalmente quanto ao visual dos personagens. Muito diferente do que todos estavam acostumados  Dante e Vergil deixaram o seu estilo rockeiro japonês dos anos 80 de lado, para uma reformulação com uma identidade mais condizente com a realidade e o mundo de hoje.  Mesmo debaixo de muita critica a Capcom ainda resolveu apostar no projeto da Ninja Theory. Buscando angariar novos jogadores.

A ideia de criar um reboot é sempre um escolha difícil  pois, os jogadores mais fieis a series sempre vão ter receio para uma nova temática  A Ninja Theory e Capcom, resolveram ir a fundo nisso. Da antiga quadrilogia não restou quase nada alem do nome dos personagens.

Tudo aqui recebeu um novo toque: Gráficos, enredo, jogabilidade, cenários, personagens,  a ideia era dar uma nova cara a serie.

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O parque de diversões para demônios.

DmC apresenta um inimigo antigo aos jogadores em uma nova versão: Mundus.  O antagonista é um demônio  que reina sobre a cidade por ser o presidente do Banco mais influente, sustentando assim as dividas dos governantes,  e com isso ganhando o direito de se autoproclamar o Messias. Mundus utiliza de todos os artifícios para ter os humanos sobre o seu controle, para depois usa-los em seu trafico de almas.

Para combater a tirania e corrupção de Mundus,  uma seita alto proclamada “The order”, invade as redes de tv e internet buscando novos adeptos a sua causa. Ai que conhecemos Kat, uma linda e misteriosa bruxa, que consegue ver através do Limbo. Kat é uma ótima adição a serie, que sempre teve grandes mulheres como parceiras de Dante, mas agora com Kat, a Ninja Theory conseguiu criar uma personagem que realmente cative os jogadores, e também crie um elo com Dante.

Na primeira fase do game, Dante está em seu trailer e é jogado no Limbo, o mundo paralelo do game, por um demônio furioso. O jogo já faz uma grande apresentação no inicio, com uma ótima cutscene. apôs a apresentação, Kat ajuda Dante a sair do Limbo,  enfrentando o demônio,e depois pede ajuda para terminar com o reinado de Mundus, se unindo aos rebeldes. O líder do grupo The order é o irmão gêmeo de Dante, Vergil.

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A historia com Mundus é apenas um pano de fundo. A maior diferença do enredo do reboot é o passado de Dante: O anti-herói agora é filho de um demônio uma anjo.

Conhecido como Nephlins. Os filhos  das duas entidades são um paradoxo que deixaram de existir a muito tempo. Até que Sparda, pai de Dante conhece e se encanta por uma mulher anjo. E com isso eles tem os gêmeos.

Sparda alterou a normalidade do universo, pois, os Nephilins são desconhecidos e muito mais poderosos. Com isso uma caça a cabeça de Sparda é iniciada. Mundus prende o demônio no limbo para sofrer eternamente, e assassina a mãe do pequeno Dante na frente do garoto, arrancando o coração dela.

Apesar da boa premissa e trama bem amarrada, a historia não flui muito bem durante o jogo,e  o que era para ser revelador, acaba ficando sem grandes explicações.

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O demônio pode chorar.

A Ninja Theory não é conhecida por grandes enredos, mas sim pelos seus ótimos trabalhos em novas Ip´s (propriedade intelectual) dos mesmos moldes de DmC, e foi ai que o jogo foi realmente reformulado: Nos combos alucinantes. Devil May Cry sempre reinou absoluto no genero Hack’n Slash. Tanto que até mesmo David Jaffe, criador de God of War, admitia que o sistema de combos do game era o melhor do gênero  Sabendo disso, a produtora britânica tinha a certeza que precisava criar um sistema a altura do antigo e que também colocasse a série novamente nos eixos.

Mas como melhorar algo tão bom? Simples: Facilite. DmC é muito mais dinâmico e organizado para executar combos que qualquer outro jogo Hack’n Slash. A Ninja Theory realmente está de parabéns  pelo incrível trabalho que fizeram no sistema de combos. De inicio talvez os mais fanáticos pelos jogos de apertar freneticamente botões, veja como um retrocesso. Mas ao passo que vamos avançando no game, fica nítido que a escolha em simplificar ajudou a alcançar o objetivo.

DmC varia seus combos em três diferentes armas:  Rebelion, como arma principal, bastando apenas usar um botão. Armas de fogo com apenas um toque. E o diferencial novas espadas baseadas em cores. Ao segurar um dos gatilhos, Dante troca de arma no mesmo instante.  Ser um Nephilim tem suas vantagens, e Dante usa isso em suas novas armas. O gatilho da direita do controle é sempre armas com cor azul, representando o lado mais angelical. As armas azul normalmente são mais fracas, mas muito mais rápidas  ideais para usar contra hordas inumerosas de inimigos. Já o gatilho da esquerda, são as vermelhas, que representam o lado demoníaco de Dante. São mais brutas e letais, ideais para inimigos mais resistentes.

Alem das novas armas diferenciadas por cores, agora podemos usar garras também com os gatilhos. Muito útil para buscar um inimigo ou empurra-lo. Durante a aventura temos que usar as garras diversas vezes em plataformas voadoras, puxando ou lançado Dante. Os desafios com plataformas são simples, mas ajudam a quebrar um pouco o ritmo frenético dos games do gênero.

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Não são apenas os comandos do controle que ajudam DmC a ter o melhor sistema de combos, os inimigos também se tornaram um diferencial. De inicio temos apenas demônios pequenos e sem desafio para a chacina do filho de Sparda, mas a cada novo capitulo novos tipos de criaturas aparecem, e cada uma com uma particularidade nova e interessante, que aumenta o desafio a criar novos combos. Rapidamente o jogador vai se sentir obrigado a alternar as armas durante a batalha, para enfrentar variedade de demônios que aparecem. Durante os 20 capítulos do game, Dante vai enfrentar tudo quanto é tipo de ser horripilante e aterrorizador,  desde cupidos demoníacos a  demônios gigantes com serras elétricas que lembram e muito os Big Daddy da serie Bioshock. Um show de criatividade da Ninja Theory, quanto a criação dos inimigos do game.

Outro ponto forte da empresa foram as Boss battles, apesar de poucas, são bem originais. Os boss do jogo são muito bem produzidos e  todos tem uma importância para o desenrolar da trama. E a cada novo boss morto, Dante adquirir uma nova e importante arma. Eu destaco a luta contra Bob Barbas. Inovadora na série e muito psicodélica.

Nunca foi tão fácil elaborar um combo e atacar os inimigos, com a diversidade que o jogo proporciona. A possibilidade de emendar combos, com as armas diferenciadas pelas cores, com pistolas como Ebony & Ivory, e as garras são infinitas e a variável é sempre a continuação do massacre, para o tão sonhado SSS no fim do capitulo. Uma novidade legal quanto a isso, que agora existe um ranking mundial no game, que você pode deixar sua performance no final do capitulo. Sem duvidas, é delicioso e viciante jogar devil May Cry.

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O inferno estiloso dos demônios.

Se na serie original, os demônios simplesmente viviam entre nos, agora eles apenas podem influenciar e atormentar os humanos no mundo real. Os demônios vivem no Limbo, o inferno de Devil May Cry. E que inferno!

O Limbo está em constante mudança, por influenciais malignas. O cenário do game é fantástico  Quando andamos por um estágio, nunca dá para ter certeza se o que estamos vendo não vai sofrer uma mudança rapidamente. Os cenários se contorcem  e distorcem o tempo inteiro, para atrapalhar o caminho de Dante até sua vingança pessoal contra Mundus.

Apesar de ricos e bem elaborados ( o jogo passa em fabricas de refrigerantes, armazéns que andamos nas paredes, parque de diversão em portos, etc..), a exploração foi pouco aproveitada. No reboot o jogo é baseado em capítulos distintos entre si, sempre separados por cutscene, diferente dos antigos que eram em progressão. Com o novo formato o jogo ganhou originalidade e possibilidade de muita diferença entre os capítulos  mas pecou e perdeu um pouco a identidade deixando de lado a exploração dos cenários  Ainda vamos encontrar mini games em salas secretas, mas agora com certa facilidade. Basta ver uma porta e encontrar sua chave correspondente  Talvez no futuro a ligação entre os estágios volte e o jogador poderá ir e voltar pelo mundo do game.

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A polivalente Unreal Engine.

Ninguem mais aguenta, é verdade. Mas a engine da Epic games, fez verdadeiros milagres nessa geração, e continua fazendo ótimos trabalhos. A Capcom licenciou o famigerado motor, sabendo que a Ninja Theory já tinha feito seus outros trabalhos com ela, ganhando assim tempo com a experiencia dos britânicos  O resultado é muito satisfatório  DmC não é nem de longe um dos games mais lindos da geração, mas é muito bem acabado e tem sua beleza artística.

Os personagens ficaram bem feitos, e ganharam bastante a cara dos antigos trabalho da Ninja Theory, o que não é ruim, pelo contrario, é ótimo.  Enslaved tem ótimas expressões faciais, e personagens super carismáticos  Em DmC o trabalho foi igualmente bem produzido. Mas para fazer um jogo para um publico mais amplo, Dante perdeu seu estilo egocêntrico  ganhando um ar mais de herói linha dura. Os gráficos fizeram muito bem o papel e convencem bem para o final da geração. Tanto os cenários, inimigos e personagens ficaram com ótimos trabalhos de texturas.

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Nem só de Heavy metal vive um demônio.

O som de Devi May Cry sempre foi bem identificado com o publico mais hardcore. As musicas são pesadas, e com batidas fortes.  Para os fãs um estilo autentico da serie. Bem a Ninja Theory tinha a missão de alterar DmC ao máximo  então até ai resolveram mexer.

O Rock Roll continua em todo o momento no game. Mas agora as musicas seguem o estilo do game, e sofrem distorção como o Limbo. Sem falar das batidas em Dubstep constantes durante a jornada. O trabalho apesar de não ser surpreendente, ficou bom e manteve muito bem a ideia de inovação na serie.

A redenção demoníaca da Capcom.

Devil May Cry é mundialmente reconhecido e tinha a obrigação de ainda ser protagonista em uma geração. Mas com a Capcom cometendo tantos erros em uma geração (ops mau ai RE6!), a duvida perante um reboot para novos e antigos públicos era mais do que aceitável.

DmC – Devil May Cry, chegou para colocar as coisas nos eixos. O jogo ganhou um sistema de ação fantástico  e muito bem desenvolvido, que é possível jogar com qualidade em qualquer controle. E com facilidade para qualquer nível de jogador, sendo iniciante ou não. Mudou seu enredo para aprofundar mais o personagens, criando um Dante mais interessante.

Mas mesmo assim, talvez por medo, o jogo deixou coisas consagradas da serie de lado, como a falta de Puzzles. Uma ótima adição para o gênero  com a ideia de aumentar a imersão do jogo, e ganhar mais algumas preciosas horas de jogatina. Senti também, e muito, a falta de liberdade que a serie tinha sobre os cenários  agora o jogo ficou muito mais linear. Tornando a nova jornada de Dante relativamente curta, por volta de 8 a 10 horas. Mas com 4 modos de desafio para liberar a cada novo final, isso pode não ser um problema.

A experiencia com esse game foi estranha. Porque inicialmente este Devil May Cry foi exatamente o que eu esperava dele: pouco mais do que um esmagador de botões genérico e muito focado num público-alvo, mas com o desenrolar do jogo e a medida que a minhas habilidades  crescia, fiquei preso até ao final como raramente acontece. Não é nenhuma obra-prima, mas consegue ser surpreendente nas duas dimensões mais importantes neste gênero  o combate e a arte.

Com um combate acessível mas muito mais dinâmico e  profundo, Devil May Cry teve um bom regresso. Os fãs mais antigos devem deixar o preconceito de lado, e aproveitar o grande trabalho feito no reboot. E os mais novos devem aproveitar que a serie recebeu essa nova identidade, e começar a entender o porque de Devil May Cry ser tão amado.

A Ninja Theory está de parabéns. Fez um trabalho recompensador e que merece elogios. Sem eles talvez a serie não ia ter outra oportunidade de aparecer.

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O melhor: Combos e mais combos. Nunca foi tão bom esmagar botões.

O pior: Falta de imersão com diversidade na jogabilidade. Como puzzles.

Nota: 8,8/10 (How!! Slow down baby)

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20 pensamentos sobre “[Rodrigo’s Review] DmC – Devil May Cry

  1. Namoral,parabens ao Rodrigo pelo review,concordo com tudo aí e ta muito bem escrito,é exatamente a mesma impressão q eu tive do titulo.

    O lance do combate era exatamente o q eu pensava,a complexidade deixou de ser voltada pros comandos e mais voltada pros reflexos,ao contrario do q eu percebi do povo q é fã dos antigos. o combate é simples mas em altas dificuldades é extremamente profundo.

    vcs tem q fazer um site grande urgente,puta potencial “desperdiçado” pq pouca gente lê comparado á Lixos como “Baixalixo Jogos”

    • Nossa obrigado Junior. Elogios assim que faz continuarmos acreditando no trabalho. Nos do Jogador Pensante, apesar de ser um blog amador,e sem qualquer fins profissional ou lucrativo, levamos isso aqui muito a serio. Como dever nosso mesmo com a comunidade gamer.

      A ideia sempre foi e sempre será, de ser diferenciado para um publico diferenciado. Gamers são um dos publicos mais exigentes que existe, nada melhor que tentarmos fazer algo de qualidade para os mesmo.

      Quem sabe um dia, vamso chegar lá!!!! A ideia é sempre procurar atingir mais pessoas. Por isso, sempre contamos com todos. Obrigado mesmo pelos elogios. Só me ajudou.

  2. Só 2 coisas:

    Mundus não é um inimigo novo, ele é o inimigo em DMC1, e chega à fazer uma ponta em DMC3.

    E discordo quando fala que a Kat é aquela que mais cativa os jogadores, dentre as mulheres já colocadas ao lado do Dante.

    A Lady pra mim ainda ganha de todas em relação à isso. (Excetuando sua participação em DMC4, claro).

    • Giovanni tem razão, falha minha ;P

      Corrigido já meu caro!

      A Lady acho bem interessante, bem mais que a a versão feminina da Dante: Trish. Mas ainda acho que a kat foi a melhor companheira que vi na serie.

      A cigana do DMC 2 não merece nem comentários. rs.

  3. A análise ficou bem detalhada e o jogo parece fantástico. Uma PENA que eu não goste tanto desse tipo de jogo (raros jogos, como God of War ou Castlevania Lords of Shadow) me chamam a atenção. Talvez em uma promoção eu pegue ele!

  4. Boa análise! Deu aquela vontade de jogar eim! Mas, eu sempre achei que Enslaved e principalmente Heavenly Sword são dois games com enredos acima da média!

    No mais, que bom que jogo mantém os bons combos típicos de DmC, e que legal essa concepção do inferno, mais pautada em um surrealismo caótico (ainda que isso soe um pleonasmo) do que em inspirações dantescas ou no cristianismo greco-romano.

    • Amigo você é muito culto! Que comentário apurado.

      Principalmente Enslaved sobre os enredos é acima da média, mas isso não foi o que chamou a atenção nos games da Ninja Theory, e sim os sistemas de combos, cenários sólidos e bem construidos e personagens carismáticos e cativantes. Exatamente o que ela colocou no DmC XD!

  5. To gostando muito desse game. Confesso que eu não esperava muito dele depois do 4. Mas queimei a língua, ja o sistema de combos achei muito bom e fácil, detalhe to jogando no PC e no teclado e mouse e mesmo assim é fácil. Ninja Theory ta de parabéns.

  6. Bom review! Só faltou citar um ponto q achei muito relevante: A DIFICULDADE.
    primeiro a “facilidade” dos modos iniciais, q infelizmente sao obrigatorios ate liberar os modos mais dificeis.
    Depois da primeira zerada, aí sim o jogo começa a mostrar sua cara, inimigos DIFERENTES do gameplay anterior, em maior número, e com uma IA muito mais sagaz (defensiva e ofensivamente). Parabens pra NT por nao fazer o convencional, q seria simplesmente por inimigos com mais HP, e causando mais dano. =]

    de resto curti MUITO a jogabilidade fluida, os “ganchos” (puxar ou ser puxado pelo inimigos, q genial!), os cenarios psicodélicos (um melhor q o outro), a OST, e o novo Dante.

    pontos fracos sao a dificuldade facilitada obrigatoria, ate zerar e liberar as outras dificuldades. A falta de Lock On. E a NT tb ficou aquém onde eu mais confiava nela: Enredo + Personagens. Enslaved e Heavenly Sword dão uma SURRA no enredo simples de DmC, e TODOS os personagens de Enslaved e HS (ate os coadjuvantes e bosses) sao muito mais interessantes q o Vergil, Kat, Mundus e cia.

    mas DmC me surpreendeu DEMAIS, MUITO melhor do q o esperado, e mais ainda melhor q DMC4, q tinha me deixado uma péssima impressão da série. Uma pena o choro dos fanboys ter afetado a vendas de um jogo com tamanha qualidade.

    • Concordo Vilela que o jogo ficou mais fácil nos modos iniciais, mas acho que eu destaquei isso dizendo que ele é para públicos novos também. A Ninja Theory é um time super talentoso, e fizeram um ótimo trabalho em DmC. Tomara que eles continuem nas sequencias. Obrigado por ler.

      • Pois eh, eu nem me incomodo pelos modos mais faceis, mas odiei ter q zerar “brincando” pra poder liberar dificuldade mais divertidas pra mim. Por mim era so nao “travar” o Son of Sparda de inicio, q ficava 100% nesse ponto.

    • Obrigado pelo elogio amigo. Se você ver amigo, DMC 4 é ultrapassado por usar e abusar de tecnologia, mecanicas, progressão de jogos da 6º geração; Nero por exemplo, foi adcionado pela fama que golpes com espadas de longo alcance estavam fazendo com o Kratos. Os cenarios não se atualizaram e são praticamente o que já viu na série. É sim um bom game. Também gosto do DMC 4, e a ideia de Dante e Nero, mas é ultrapassado e se comparar ao DMC 3 e DMC 1, não fez nada para aumentar a qualidade da serie.

  7. Ótima review. Uma das melhores que você já fez amigo.
    Sobre DmC, também achei milagre o que fizeram com unreal 3. O jogo tá muito bonito. E Dante tá com cara de monkey (Enslaved) hehe. Curti muito o recomeço. Espero que ganhe sequências logo e que a Capcom faça o que fez com DmC com Resident Evil: dê para outra produtora fazer.

  8. Pingback: [Fran's Review] Metal Gear Rising: Revengeance | Jogador Pensante

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