[Especial Super Nintendo] O super videogame

 É Nintendo, ou NADA!

Ah, o Super Nintendo! O segundo videogame de mesa da Nintendo, lançado na América do Norte a 13 de agosto de 1991, quase um ano depois de ter sido posto à venda no Japão… o console certamente traz a mim várias memórias e boas lembranças. Quantas não foram as tardes que passei jogando algum jogo que hoje eu consideraria extremamente bobo e indigno da  minha atenção? Qual não foi a minha estranheza ao acordar de madrugada uma certa noite e encontrar minha  mãe jogando The Legend of Zelda: A Link to the Past, e ainda por cima passando de uma parte que eu não sabia o que fazer? E as partidas nos hacks de International Superstar Soccer, os famosos Ronaldinho Campeonato Brasileiro (Campeonato Brasileño, segundo o saudoso narrador fanho do jogo)? Ah, quanta saudade.

Esse post não será como os meus comuns, onde procuro não colocar minha voz sobre a narração do artigo… este será muito mais emocional. Tudo porque o Super Nintendo foi o primeiro videogame que eu tive na minha vida. E ele obviamente tem um lugar guardado no meu coração desde então. Eu digo e repito para quem quiser ouvir a qualquer hora e a qualquer dia: jamais farão um videogame tão competente em me divertir por horas e horas a fio como o Super Nintendo.

Não, não sou eu!

Mas um pouco de profissionalismo e levantamento de dados sobre o console não vão fazer mal. O Super Nintendo é também chamado por outra sigla, muito conhecida (principalmente pela galera que adora  procurar um emulador ou uma rom no Google): SNES. Mas pouca gente sabe o significado. Lembram-se do irmão mais velho dele, o chamado Nintendinho? Ele também era chamado por uma sigla: NES. NES significa Nintendo Entertainment System. SNES nada mais é que Super Nintendo Entertainment System, portanto. Como o nome é muito grande é muito mais fácil para todos dizer somente Super Nintendo ou ainda SNES (Ésse-Nés).

O Super Nintendo foi um console da era dos 16 bits e não tinha muita concorrência, a não ser do famigerado (e não menos competente) Mega Drive (ou Genesis [eita geração que gostava de ter vários nomes pro mesmo console!]). Mas o que significa isso de 16 bits? Significa muito mais memória para vídeo, resolução maior, mais números de cores possíveis de ser processadas e muito mais. Tudo graças à frequência de clock da GPU de 16bits que o Super Nintendo possuía. Outra coisa 16 bits do SNES era o barramento da CPU, bastante superior à geração passada.

A CPU do SNES.

O Super Nintendo possuía treze canais de áudio e o chip era projetado pela Sony (ah, sim, pois é, a Nintendo era muito parceira da Sony, até um pequeno escorregão entre as duas que veremos mais à frente, que originou nada mais, nada menos do que o Playstation) com som estéreo digital! Algo que trazia um som muito mais cristalino e agradável. Diga-se de passagem, as trilhas sonoras e trabalhos de sonoplastia no Super Nintendo estavam eras à frente do Megadrive.

Todo mundo sabe que a mídia do Super Nintendo eram as chamadas fitas. Muitos eram os pedidos das crianças da época para o Papai Noel trazer uma fita para seu amado videogame. Mas o nome fita é o popular, o certo mesmo é falar cartucho, e o do SNES possuía uma capacidade normal de 4MB+.

Um cartucho do Super Nintendo.

Mas a Nintendo não pretendia ficar somente nos cartuchos. Com a Sega investindo pesadamente em add-ons de hardware para seu Megadrive (como o Sega 32X e o Sega CD), seria injusto o Super Nintendo ficar para trás. Então negociações foram feitas entre a Nintendo e a Sony e ia sair um periférico com um nome muito conhecido por todos nós: Play Station. Ele nunca viu a luz do dia, pois as negociações não deram certo e a Sony preferiu lançar seu próprio videogame baseado na tecnologia de CDs. Isso já é outra história, que você pode ler em outro artigo.

Outros periféricos, no entanto, deram certo: o Super NES Mouse (utilizado principalmente para ser um artista em Mario Paint), a Super Scope (espécie de metralhadora sem fio com sensor), o Super Game Boy (possibilitava jogar cartuchos de Game Boy no SNES) e o Satellaview (que nunca viu a luz do Sol fora do Japão, que era um modem para conectar à internet). Mas tudo isso cheira a mera perfumaria perto do nome Play Station, que se juntou para virar somente Playstation e ser um dos maiores concorrentes de produtos Nintendo.

Super NES Mouse

O controle do Super Nintendo foi revolucionário por incluir algo que nunca havia sido visto em controles antes: botões L e R, os chamados “botões de ombro”. Isso possibilitava uma ótima ergonomia e dava mais opções para os desenvolvedores fazerem seus jogos com mais combinações de botões possíveis. O controle tinha, a grosso modo, o formato de um osso, quatro botões principais (A, B, X e Y), start, select, os botões de ombro L e R e o direcional em formato de cruz… esse controle seria a base para todos os outros seguintes da Sony e da Microsoft. Só a Nintendo mesmo que inventou com seus controles estranhos do Nintendo 64 e Gamecube (sem falar no Wii).

O controle.

O videogame teve três versões diferentes: uma americana, uma européia/japonesa e o segundo modelo, apelidado de SNES “Baby”. Eu sempre tive a versão americana, se bobear nunca nem encostei em uma japonesa/européia ou essa versão Baby.

A versão americana, a mais comum do Super Nintendo em terras brasileiras.

Ganhei meu Super Nintendo em 1994. Eu tinha 4 anos e a minha vida nunca mais seria a mesma. Era um garoto (que como eu, amava os Beatles e os Rolling Stones – não) comum, que vivia assistindo desenhos na Cultura e ia à escola todos os dias para ter aula com alguma tia que hoje infelizmente não me recordo o nome… minhas experiências com videogames não eram lá muito fortes… por algum tempo tive um Atari (não me pergunte qual versão) com alguns cartuchos em casa, emprestado de algum parente ou amigo do meu pai. De nada disso me lembro direito, mas de uma coisa me lembro…

Era um dia como outro qualquer, meu irmão era pequeno, nascido há pouco tempo. Morávamos em um prédio sem elevadores e era hora do almoço. Meu pai vinha chegando em casa com um embrulho em papel pardo. Eu não sabia o que era, e nem esperava… até que abri. Foi um dos dias mais felizes da minha vida. Não veio com Super Mario World nem nada, era somente a caixa com o videogame, lacrada. Meu pai comprou juntamente as fitas Mickey Mania e Nigel Mansell’s World Championship, obviamente para satisfazer sua curiosidade em jogar algum jogo de corrida que não Enduro em um videogame.

Mickey Mania

Fiquei eufórico e queria ligar aquele videogame a qualquer momento, mas havia um empecilho: a fonte quadrada (e gigantesca) de energia do SNES não entrava em uma tomada comum em minha casa sem o auxílio de uma tomada T. E não havia nenhuma em casa no momento. Que desespero, era o fim do mundo.

Mas não, logo alguém comprou a tomada T, no mesmo dia, e então eu pude jogar. Confesso que não gostei de Mickey Mania de primeira, aquilo do camundongo de calças ficar batendo no relógio sem parar antes de cada fase me enchia a paciência. E crianças não são conhecidas por sua paciência. Só mais tarde, bem mais tarde, fui voltar a jogar o tal jogo Mickey Mania e percebi como ele era simplesmente GENIAL, trazendo desenhos clássicos do camundongo mais famoso do mundo à interatividade que só o videogame pode proporcionar. Nuances que só conseguimos perceber conforme a idade vem e mais cultura é adquirida.

Outra coisa que me lembro com muita saudade dessa época eram as locadoras. Era muito fácil adquirir jogos piratas na época, mas não tanto quanto após o surgimento do Playstation e suas mídias digitais. Então alugar jogos era algo comum para absolutamente todo mundo (claro que os mais abastados conseguiam comprar o jogo quando quisesse, que era bem caro, diga-se de passagem). Não tive mais do que dez cartuchos de Super Nintendo durante a minha vida. Os mais memoráveis certamente são Donkey Kong Country 3: Dixie Kong’s Double Trouble, Yoshi’s Island e o inesquecível, épico, maravilhoso, imersivo, encantador e desafiante The Legend of Zelda: A Link to the Past.

A arte de Yoshi’s Island é de tirar o fôlego.

Em todo final de semana eu ganhava algumas moedas de uma das minhas avós. Coisa pouca, 2, 3 reais. Mas com isso eu conseguia alugar pelo menos um jogo por semana (hoje em dia se eu quiser alugar um jogo é melhor eu vender um rim antes, pelo menos aqui em Ribeirão Preto o preço é absurdo). E um dia juntei R$ 50,00 em um cofre dos 101 Dálmatas e fui até a locadora comprar Zelda,  que eu tanto gostava e alugava.

Outro jogo que eu não me cansava de alugar era Chrono Trigger. É provavelmente o jogo de RPG que eu mais gosto. Incontáveis foram as vezes que aluguei e joguei. Sem entender inglês nem nada, conseguia ir passando na raça, sem nem saber nada do que estava acontecendo. Mas o Super Nintendo tinha muito disso: ele te conquistava de qualquer forma, sua linguagem era universal.

Chrono Trigger

Eu tive também um cartucho que era 7 in 1. O Super Nintendo tinha muitos cartuchos piratas desse estilo. O meu contava com um menuzinho e eu podia escolher o jogo que eu quisesse, mas um amigo meu tinha que dar reset para “pular” para o próximo jogo. Bem estranho, mas funcionava e fazia nossa alegria. O meu super cartucho de sete jogos tinha jogos clássicos como International Superstar Soccer, Teenage Mutant Ninja Turtles IV: Turtles in Time (jogo ÉPICO das Tartarugas Ninja, jogar em modo cooperativo era melhor ainda), um jogo de nave similar a Space Invaders, Puzzle Bubble (o famoso Bust-a-Move, que eu fazia questão de odiar, porque quando minha mãe pegava para jogar isso, eu podia esquecer o videogame por várias horas), Aladdin (que devo ter zerado mais de setenta vezes).

Aladdin

Lembro-me de vários jogos que eu vivia jogando várias vezes sem enjoar, coisa que hoje dificilmente acontece: Pitfall: The Mayan Adventure (muito mais badass que qualquer filme do Indiana Jones), Super Mario World, Yoshi’s Island, Super Mario Allstars e suas versões turbinadas dos Mario Bros. de NES… ah, a era de ouro dos adventures e platformers, de jogos com fases que dava vontade de jogar várias e várias vezes.

Super Mario World. Meu “Super Mario” favorito.

Mas há um jogo que ainda jogo todos os anos. E vou até o fim: Donkey Kong Country. O primeiro mesmo. Todo mundo prefere o segundo, dizem que o level design é  mais soberbo, que a música é melhor, que a velocidade do jogo é mais equilibrada e perfeita… mas o que é a perfeição perto da nostalgia de se jogar com o macaco engravatado mais legal de todos os tempos?

Os gráficos e a arte de Donkey Kong Country são respeitáveis até mesmo hoje em dia, em épocas de fotorrealismo.

E é com muita tristeza que eu digo que vendi meu Super Nintendo há vários anos, ainda na era do Playstation 2. Hoje me arrependo amargamente, pois eu possuía fitas originais excelentes, como já falei anteriormente… burrice, simplesmente. E não, jogar no emulador não é igual.

E ficou tanto jogo de fora do que falei… Street Fighter II e suas muitas versões, Mortal Kombat, Final Fight, Uniracers, Star Fox, Final Fantasy III, Secret of Mana, Breath of Fire, Super Metroid… a lista de jogos mais do que excelentes para Super Nintendo é quase infinita.

Super Metroid

Lembrar do Super Nintendo é lembrar de uma época onde as coisas eram muito mais simples para mim. Só tinha a preocupação de conseguir vencer o próximo chefe de Sunset Riders ou conseguir fazer o puzzle de Goof Troop… o segundo console da Nintendo estará para sempre no meu coração, jamais esquecerei e jogarei para sempre (espero, pelo menos) seus jogos clássicos, pelo menos Donkey Kong Country.

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31 pensamentos sobre “[Especial Super Nintendo] O super videogame

  1. Cara me desculpe, mas melhor postagem sua EVER!!!!!!! Velho você me prendeu a atenção do começo ao fim, e ainda conseguiu transmitir emoção no texto. Amigo muito nostálgico o texto, as citações, a forma que vocês escreveu. Parabéns, mesmo.

    O Super Nintendo merecia um artigo a sua altura, único e soberbo. Obrigado Nintendo, por um dia ter entrado no mercado de games.

  2. Uma das cenas mais fodas dos games ever pra mim é quando a Mother Brain destruiu a Samus,e o Metroid vem pra recuperar o sangue dela todo e ainda ganhar a Hyper de presente. E tu colocou só as imagens mais fodas do console pra ilustrar esse,q é o melhor texto sobre o console já lido por mim em qualquer midia,sem brincadeira.
    Conseguiu mesclar nostalgia com informação,sem deixar meloso e chato. E eu nao tenho saco pra ler,e li,de uma vez,sem trocar de aba no Chrome.

  3. Baita matéria. Tenho o meu snes (com super mario all stars, donkey kong 2 e 3, zelda e civilization), que ganhei com 4 anos, até hoje, além de ter algumas revistas clássicas com detonado até de super mario world. Melhor época dos games na minha opinião, porque foi a única que eu não tinha preguiça de jogar e zerar um zilhão de vezes (Aladdin <3). Parecia mais mágico. Talvez seja só a diferença de idade, mas ainda hoje pego jogos que já zerei no snes pra fazer tudo de novo. Alguns anualmente, tipo Final Fantasy V. Com consoles mais atuais não tenho paciência nem pra passar da metade do jogo, por mais que seja muito bom.

    Mesmo com o snes, quando eu era bem pequena a minha mãe não tinha com quem me deixar (todo mundo trabalhava na família) e a minha creche acabava sendo uma locadora que tinha na mesma rua da loja dos meus pais. Mais barato e eu não incomodava jogando. Lembro que era 50 centavos a hora no snes. Todos os dias depois da escola minha mãe me levava lá, as 17h30 e ia me buscar mais ou menos as 21h. Joguei muita coisa assim huahuahheahueae

    Meus jogos preferidos são Final Fantasy V, Top Gear 3000, Zelda, Chrono Trigger e Civilization :3

    Um que particularmente detestei foi um hack de um jogo do Pikachu que tinha na locadora. Eu esperava jogar algo tipo o de gameboy (e só descobri no artigo que tinha um adaptador) e era bem diferente, muito ruim haha

    International Super Star Soccer é até hoje o único jogo de futebol em que eu consigo ganhar.

    • Eu joguei uma vez um “Pokémon Stadium” no SNES, era um hack muito mal feito ahuahuahuahua

      E vc teve a melhor creche do mundo ein? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Obrigado pelo comentário e pelo elogio!

  4. Olha, para mim a época do Snes também foi a melhor, mas as jogatinas de 4 pessoas no Perfect Dark, Zelda Ocarina Of Time, F-Zero X, Mario 64, etc… fazem o Nintendo 64 chegar quase lá no mesmo patamar dos consoles que mais me entreteram! De Snes eu tinha: Kyrbis Avalanche (ganhei recortando um cupom de uma revista), Donkey Kong 1 e 2, Mortal Kombat 3, Super Street Fighter 2 (facilmente o que eu mais joguei de todos), Rock n Roll racing, Killer Instinct e Super Mario World, mas também vivia na locadora esperando as fitas serem devolvidas para poder levar pra casa hahaah! Lembro uma vez que o desespero pra jogar Prince of Persia era tanto, que fui e aluguei a fita sem ter dinheiro, depois na hora de devolver, que vergonha, ficar devendo hahaha! Mas depois paguei tudo certinho! Mas valeu a pena, acho que o Prince of Persia de Snes foi o primeiro baque que eu tive com gráficos, era inacreditável a animação dos personagens, o clima dos cenários… melhor versão ever desse clássico. Mas com certeza o jogo que mais me marcou no Snes foi o Donkey Kong Country 1. Nele é tudo perfeito, jogabilidade, level design, trilha sonora (porra, as trilhas sonoras da Rare são matadoras… Killer Instinct, DKC 1 e 2 [o 3 não], Golden Eye, Perfect Dark… tem trilhas de arrepiar…!), carisma, é simplesmente perfeito! Até o ótimo Donkey Kong Country Returns não bate a jogabildiade muito mais ágil e responsiva dos DKC de snes… Enfim, Snes, eu te amo e sempre te amarei!!!

  5. Baita nostalgia!
    o texto vai ficar um pouco grande, mas vou dar uma resumida do meu tempo com SNES:
    tinha eu meus 9/10 anos, la pra outubro de 93/94, eu tive hepatite. Fui dispensado 2 meses antes de acabarem as aulas (preciso nem falar da alegria de ter ficado doente e ter tirar 4 meses de ferias ne rs). tive q ficar em casa, de bobeira, ate um dia q meu irmao mais velho (q ja tinha emprego), chegou em casa com uma caixa. Nem imaginava q seria um vg, desembalou o SNES, sem jogo nem nada, so o cheirinho ja me encheu de alegria, fui correndo chamar um amigo q rapidamente arrumou uns jogos: Street Fighter 2 e Star Wars. Sem palavras… foda *___*
    Dai p frente conheci as locadoras, onde todos os sabados (sem falta!) eu amanhecia na porta p pegar os melhores jogos. SF2, MK, top gear 2 (tardes e tardes com os amigos reunidos), Axelay, Bomberman, DKC (o 1, q aluguei no meu aniversario e fiquei a semana toda com ele), e muitos outros ATÉ q eu descobri (e entendii) os RPGs, aquele jogo de falatorio e ‘maozinhas voando’ (os cursores rs) e menus…
    Secret of Mana foi o primeiro, q me despertou pra esse mundo bem mais complexo com historia, liberdade e customização. Daí foi um atras do outro, Secret of Evermore, Zelda ALttP (q nao achei taaaaao foda qntos os Secrets, mas era foda), Lufia 2 (um dos melhores do SNES), Mario RPG (divertidíssimo e surpreendente), CT q dispensa comentarios, e seria o #1 no meu ranking se nao fosse Final Fantasy III (VI), com seu enredo imprevisivel, com mais de 10 personagens super carismaticos com historias individuais super envolventes, melhor vilão q eu me recordo na historia dos VGs (Sephiroth eh tipo.. NADA perto de Kefka), sistema de spers (summons) + Relics (q davam ate 2 habilidades extras) garantiam uma variação ENORME(!) aos combates e evolução dos chars, varios easter eggs, enfim… tá no msm altar de CT, DKC, SotC, e algumas outras genialidades. Genialidades essas q no SNES tinhamos de sobra. FODA 😀

    • HUAahuhuauha eu também ficava feliz em faltar da aula por algum motivo e poder jogar a tarde toda!

      Muitas lembranças boas por aí pelo visto, ein, Vilela? Snes ficou guardado na memória de toda criança/adolescente dos anos 90! Todo mundo comenta sobre ele com muito carinho!

  6. Pingback: [Especial] Jogador Criança « Jogador Pensante

  7. Tenho 13 anos mas já zerei ff 3, ff 5 ,chrono trigger, secret of the stars, secret of mana(q é baseado em chrono trigger) zerei todos pelo meu emulador de super nintendo para play station 2 e nao me arrependo de ter gastado tanto tempocom esses super jogos chrono trigger e ff 3 e 5 os mais fodoes e secret of mana tambem.experimentem esses jogos que eu mencionei pq vcs vao gostar!!!
    FLW #SUPERNINTENDOFÃS!!!!

  8. Também aconteceu o mesmo comigo! O meu eu comprei em 1998, na época da Copa com controles dourados!
    Rapidamente adquiri váarios cartuchos com bons jogos originais. Me desfiz dele em 2001 pra pegar um PlayStation na época..
    se arrependimento matasse.. nossa.. agora no ”facada livre” os cartuchos estão um absurdo u.u

  9. Pingback: [Review] Salt & Sanctuary | Jogador Pensante

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