[Tomio’s Review] Hyperdimension Neptunia V

3Nome: Hyperdimension Neptunia V(Victory)
Produtora: Compile Heart
Gênero: JRPG
Plataforma(s): Playstation 3
Versão analisada: Japonesa

Ultradimensional

Hyperdimension Neptunia V é o terceiro jogo da série que satiriza diretamente a indústria gamística, e continuação direta de Hyperdimension Neptunia Mk2.

Vitória?

Neptunia V segue a qualidade visual do jogo anterior, com cel shaded limpo e com cores fortes, agradável direção artística com ambientes variados, ausência de loadings e carregamentos de texturas e taxa de quadros por segundo estável. As animações de movimentação dos personagens e de habilidades são também bem decentes.

Para a trilha sonora, foram reutilizadas ou remixadas algumas faixas do jogo anterior, assim como novas melodias compostas com a ajuda ninguém menos que grandes nomes como Nobuo Uematsu, principal compositor da série Final Fantasy, e Kenji Ito, que cuidou da trilha sonora de séries como SaGa e Mana. O resultado não poderia ser outro: o jogo apresenta músicas muito boas, muitas delas orquestradas ou com grande ênfase no violino. Dessa vez os temas de batalhas se sobressaem, pois é possível sentir claramente a “pegada” dos artistas convidados.

Infelizmente o jogo apresenta alguns bugs, desde simples como icones que deveriam sumir permanecer, até a mais sérios, que travam o jogo se o jogador apertar o botão de passar mensagens/falas muito rapidamente.

A interface do jogo, é, como um todo, agradável e amigável, pois ela ajuda e orienta o jogador de diversas formas, como um balãozinho escrito “event” para indicar os locais que possuem alguma coisa e quests com símbolos que idicam que são necessárias para o avanço da história, por exemplo. Funcional, mas não perfeita, pois a mesma deixa a desejar em alguns aspectos, principalmente no que se diz a respeito de localização de inimigos e itens. Em um jogo baseado em quests de matar monstros e coletar materiais, a falta de detalhes e de dinamismo ao apresentar informações sobre esses dois itens deixa quem joga sem anotações ou guias cansado, ou simplesmente perdido no que faz.

Rindo juntos

Neptunia V segue o final de Neptunia Mk2, trazendo todo o elenco principal e retornando com Neptunia como protagonista principal, já que em Mk2, esse posto foi tomado por sua irmã mais nova, Nepgear. O jogo novamente traz como o tema principal a indústria de jogos, e dessa vez, dando destaque à era de ouro dos videogames: o início dos anos 90. Ao contrário do que possa parecer, Neptunia V não limita seu universo apenas à guerra dos 16 bits. O jogo faz uma tragetória geral de gerações, contando sutilmente todos os principais acontecimentos e evoluções da indústria através de piadas, nomes, ambientes, personagens e até monstros.

A narrativa continua em grande parte do tempo reproduzida através de cenas e personagens 2D levemente movimentados, lembrando bem a interface de Visual Novels. O destaque aqui ficam para as expressões dos personagens, mais bem variadas e caricatas, representando bem o que querem passar. Vez ou outra, o jogo apresenta algumas cinemáticas, mas são tão breves e simples que não dá para considerá-las, no final das contas.

Os personagens…podem ser resumidos em uma característica: irritantes, pois apesar do ótimo trabalho de dublagem, a quantidade massiva de vozes estridentes é algo fora de série, obrigando os jogadores menos pacientes a irem até o menu de opções e diminuir o volume de vozes. A princípio é um grande negativo, até o jogo mostrar que isso não passa de um motivo para piadas, pois constantemente outros personagens mais calmos reclamam do galinheiro que é a trupe de Neptunia. Tom de voz a parte, o título trabalha bem as características e personalidade de todos os personagens presentes, alguns memoráveis de tão bizarros e exóticos e outros que são propositalmente clichês para não perder a piada.

Na verdade, todo e qualquer mínimo detalhe serve de piada para o jogo, e isso inclui seus próprios defeitos, como quando a protagonista questiona a qualidade do título por reutilizar os mesmos monstros, ou das decisões erradas de investimento, por fazer vídeos bonitinhos de apresentação de personagens ao invés de trazer mecânicas mais bem trabalhadas. Não importa o momento ou local, qualquer cena séria ou dramática, qualquer conversa clichê ou emocionante, o jogo e seus personagens farão questão de destruir o que foi apresentado segundos depois com alguma piada sem noção ou uma sátira bem sacada, criando assim uma das atmosferas mais únicas e bem humoradas do gênero.

Assim como no jogo anterior, Neptunia V traz além de sátiras e indiretas, figuras importantes da indústria, como Keiji Inafune (Megaman) e o já citado Nobuo Uematsu, por exemplo. Eles estão presentes de várias maneiras no jogo: alguns de forma mais comum, como personagens em cidades, outros mais cômicos, desenhados na cara dos inimigos e até em casos de extrema bizarrice, como a representação de alguns deles como armas especiais, a exemplo do já conhecido pelo jogo anterior: “Creator Sword Inafune”.

Salvando a indústria

Neptunia V é basicamente: Explorar dungeons, realizar quests de matar monstros ou coletar itens e assistir eventos. Os mapa-mundis e cidades nada mais são do que telas para agrupar dungeons e eventos, respectivamente, assim como outros recursos como lojas e a guilda para os trabalhos.

As dungeons estão em geral bem trabalhadas em termos de design, com grandes áreas e não tão lineares, além de uma boa variedade de paisagens, deixando a exploração bem agradável…até a metade da aventura. O grande problema do jogo é a repetição excessiva de uma mesma dungeon: cada calabouço é repetido ao menos 5 vezes cada, com variações mínimas de localidade de itens ou inimigos, vez ou outra com alguns caminhos alternativos. Outro elemento que sofre de reciclagem é o bestiário, chegando a casos extremos onde nem mesmo os detalhes ou cor de algum inimigo é alterado, tendo apenas o nome e atributos diferenciados.

O jogo conta com um sistema de batalhas por turno e locomoção livre, algo similar ao sistema de batalhas de Eternal Sonata (PS3/360). O destaque aqui vai para o nível de dificuldade, que comparado ao jogo anterior, foi elevada a um nível onde o uso de estratégias, equipamentos fortes e habilidades de suporte se mostram não apenas úteis, mas necessárias para ser possível prosseguir sem levar uma surra até mesmo de inimigos comuns.

As lutas funcionam através de um sistema de combos, onde o jogador pode configurar seus golpes para otimizar os ataques. Além das óbvias possibilidades de uso de itens e habilidades, é possível também transformar as personagens em deusas (versões mais poderosas das mesmas) em troca de um bocado de SP (o MP do jogo), revezar com uma personagem reserva e até mesmo desferir ataques especiais acumulando uma barra ao atacar e sofrer dano, mecânica similar ao sistema de Limit Break da série Final Fantasy. Esse sistema, chamado de EXE Gauge, não só é importante para o uso de skills especiais, como também oferece ao jogador a possibilidade de desferir um ataque extra no final de cada combo se a barra for mantida.Isso, somado a todos os outros recursos citados, formam um leque enorme de possibilidades para o jogador criar seu próprio estilo de jogo, ou ao menos, ter opções que possibilitam virar a mesa na hora do aperto. De ponto negativo fica a impossibilidade do uso de magias de cura fora das batalhas – apesar de ser possível utilizar itens livremente, essa opção faz uma falta considerável, principalmente no começo do jogo, onde o dinheiro é curto para o uso desenfreado de itens, já que os inimigos batem muito forte.

Para ajudar nas aventuras, foi incluído o interessantíssimo e viciante sistema de criação de jogos, onde o jogador recebe discos virgens e deve, literalmente, criar um jogo. Ao avançar na história e explorar dungeons, o jogador recebe itens chamados “Idea chips”, que são divididos em três grandes grupos: gênero (corrida, RPG, etc), elemento-chave (“italiano bigodudo”, alquimia, etc) e característica (morre fácil, DLC, etc). Cada chip concede uma habilidade passiva, como redução de consumo de SP, redução de dano de um inimigo específico ou EXE Gauge extra, por exemplo, então o jogador têm duas escolhas: criar um jogo baseado apenas nas habilidades que achar importantes, ou criar um jogo seguindo uma “receita”, como por exemplo, um “Action RPG” + “Fantasia” + “Dificuldade extrema” (Demon’s Souls), resultando assim em um “God Game”, jogo especial que concede uma habilidade passiva extra, que no caso desse exemplo, é recuperação de HP depois de uma luta. Diferentes combinações levam a diferentes jogos especiais, que por sua vez dão habilidades extras diferentes, e isso inclui até mesmo “Bad Games”, versões negativas desses títulos. Portanto, nem sempre se guiar apenas pelos atributos brutos de cada chip é um bom negócio, pois algumas vezes, além de não ganhar nada extra, pode acabar é perdendo.

Outro sistema interessante é o de pesquisadores. O jogador pode mandar NPCs para dungeons por uma quantia de dinheiro, e de lá eles podem trazer diversas coisas, como dinheiro, itens e novos persquisadores para o time, além de descobrirem um punhado de outras coisas, como novas dungeons e rumores, como “Parece que os inimigos derrubam mais dinheiro nessa dungeon”, por exemplo. Nesse último, o jogador tem a opção de acreditar ou não. Acreditando, as coisas podem mudar para melhor ou para pior (no caso, os inimigos podem derrubar mais ou menos dinheiro). Cada NPC possui características únicas, como capacidade física, sorte, atitude e etc, mas infelizmente o jogo não explica direito como cada um desses atributos funcionam, fazendo com que o jogador precise pesquisar na internet ou ignorar esses atributos e usar todos os pesquisadores de forma aleatória, torcendo para que algum deles traga algo útil.

Seguido do sistema de pesquisadores há o sistema de bandeiras. “Levantar bandeira” em um jogo, na cultura japonesa, é um termo que significa que o jogador assistiu ou realizou eventos-chave para que possa destrancar algum conteúdo secreto, ou seguir uma rota para um final específico. Em Neptunia V, o jogador vai encontrar, literalmente, essas bandeiras dentro das dungeons. Levantar ou quebrar essas bandeiras afetam diretamente no sistema de pesquisadores, pois dependendo das informações que eles trazem, os itens, ou até mesmo alguns inimigos são alterados dentro dos calabouços em questão. Essas duas mecânicas não são apenas úteis por cortar o tempo que seria gasto explorando pessoalmente as dungeons, como também são importantes para a obtenção de inimigos secretos e itens raros, que por sua vez, são necessários para side-quests e para a forja de itens poderosos.

Plantão Neptunia

Neptunia V possui alguns extras bem interessantes. A começar pelo Coliseu, presente no jogo anterior, onde é possível testar seu grupo e ganhar bons prêmios em batalhas contra inimigos especiais. Em Planeptune, país da protagonista, é possível assistir uma programação de TV chamada “Nepstation”, onde as personagens apresentam curiosidades (piadas) do jogo, um programa a la “Polishop”, onde é possível comprar itens com grandes descontos, e até um Quiz chamado “Millionep”, onde é preciso ter um conhecimento mínimo do universo do jogo.

De tempos em tempos, no Nepstation é apresentada uma análise com notas de quatro pessoas diferentes, bem ao estilo Famitsu. Ganhando notas altas, o jogador ganha itens bem úteis para a jornada. Esse é um aspecto que liga de forma interessante o aproveitamento do gameplay, pois cada analista avalia o desempenho de um aspecto diferente: Número de side-quests diferentes concluídas, domínio de popularidade, uso do sistema de pesquisadores e quantos inimigos foram mortos.

As side-quests são, assim como as quests principais, matar inimigos e coletar itens. Mas, como já dito no começo do texto, algumas vezes essa tarefa se torna mais demorada do que deveria ser por conta da disponibilidade precária de informações sobre itens e inimigos. O jogo também apresenta um pequeno erro no número de quests disponíveis em um momento do jogo, impossibilitando o jogador de tirar nota máxima por mais que tenha feito todas as tarefas disponíveis. Felizmente isso não é nada muito grave, pois deixar de gabaritar na análise final não faz o jogador perder nada especial.

O sistema de domínio de popularidade, ou Share, que era bastante importante nos jogos anteriores, se tornou algo completamente opcional em Neptunia V. O modo de manipulação continua o mesmo de Mk2: realizar quests que aumentam o Share de um país e diminui o de outro, mas as semelhanças acabam por aí. Se nos títulos anteriores o share era crucial para prosseguir, abrir novos eventos e levar a finais diferentes, aqui o sistema se resume a apenas um aspecto para tirar notas altas nas análises e balancear o poder das personagens – por exemplo, o share alto para Planeptune faz com que as heroínas do país fiquem mais poderosas em luta, e o mesmo acontece com outras personagens em seus respectivos países. Uma ótima modificação que deixa o andamento de jogo rápido e independente, ao mesmo tempo em que o sistema não é completamente desperdiçado.

O jogo conta também com outra boa adição: um sistema interno de conquistas, chamado de “Character challenge”. Como o nome sugere, o sistema se trata de uma série de “tarefas” ao maior estilo troféus/conquistas dos consoles atuais, mas a grande diferença fica em sua utilidade – percorrer x metros com uma personagem, por exemplo, faz com que ela conclua um dos objetivos do desafio, adquirindo assim, um bônus no atributo “agilidade”. Atacar Y vezes, por sua vez, faz com que outro objetivo seja alcançado, e por isso, o bônus no atributo “força” é adquirido. Além de numerosos, cada personagem possui sua própria lista de desafios, garantindo muitas horas de jogatina para os perfeccionistas.

Neptunia V leva pelo menos 70 horas para ver todos os 3 finais diferentes e fazer o suficiente para obter o troféu de platina, mas muito mais horas são necessárias para se fazer 100%, pois o jogo disponibiliza muitas lutas no coliseu e dungeons opcionais, repletas de inimigos extremamente difíceis, que dão muito trabalho mesmo com as personagens no nivel máximo com os melhores equipamentos possíveis.

Bons tempos

Hyperdimension Neptunia V é um jogo com conteúdo sarcástico e referencial insanamente grande sobre a indústria dos games. Um jogo que faz humor com absolutamente tudo, que aponta para seus próprios defeitos e ri com o jogador. Recomendado para os fãs da série, de um jogo leve e engraçado, e para os amantes de games em geral pela sua abordagem.

Nota: 8

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11 pensamentos sobre “[Tomio’s Review] Hyperdimension Neptunia V

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  3. Otimo Trabalho com esse Review. Você conseguiu analizar bem os pontos positivos e negativos, sem se prolongar muito e sem aquela palhassada de “só um jogo erótico de garotinhas seminuas” que eu ja estou cansado de ver por ai, e acho que a nota foi justa. Geralmente eu fico desencorajado de ler reviews sobre essa série pela quantidade de besteira que eu leio, mas esse review foi bem diferente dos “sites especializados” e realmente merece respeito. Só um ponto não foi mencionado aqui, e eu gostaria de perguntar justamente por ele: O sistema de customização de textura que, de acordo com o trailer, estaria melhor e seria possivel mudar as texturas de todas as deusas e deusas candidatas. Então, gostaria de saber se ela está mesmo presente no jogo, se você testou a mecanica e o que achou.

    Obrigado!

    • Muito obrigado, Victor!

      Particularmente, acho uma imensa besteira analisar os aspectos artísticos e o público alvo do jogo, que inclusive já se define desde o primeiro. É tão incoerente quanto ir a um jogo do Palmeiras vs Corinthians e falar que o jogo foi uma porcaria porque odeia os dois times. E, no final das contas, isso é um jogo, o que importa é o gameplay. Pode ter um soldado bombado careca ou uma garotinha seminua como personagem, se as mecânicas são boas e a progressão agradável, então isso deve ser exposto.

      Quanto a sua dúvida, infelizmente não cheguei a testar, nunca usei a mecânica porque não tenho programa no computador pra poder alterar as texturas. Mas acredito que ela esteja da mesma forma que nos outros jogos da série.

      Abraço!

  4. Ola tomio,sera que você poderia me dizer onde comprar este jogo.
    Eu quero muito jogar,me responda o mais rapido possivel por favor!
    Obrigada e fico muito grata

    • Olá Nath, tudo bem? (deculpa a demora, vi o outro comment mas não pude responder até então)

      Infelizmente não posso te dizer sobre esse jogo em particular, porque esses jogos japoneses eu compro via download direto da PSN, e a versão japonesa mesmo.

      Já tentou o Mercado Livre? Recomendo o Vinicius Games, ótimo vendedor. Você pode ver se ele tem ou uma forma de comprar com ele.

      Você pode também fazer como eu e comprar a versão download do jogo (se tiver na PSN ocidental, no caso).

      Espero que tenha ajudado.

  5. Pingback: [Tomio's Review] Hyper Goddess Faith Noire: Extreme God Black Heart | Jogador Pensante

  6. Oi, Tomio!

    Parabéns pela análise! Muito completa e prazerosa de se ler!

    Estou indo atrás de HN Victory para jogar e tenho duas dúvidas, de repente você me ajuda.

    * Eu preciso, necessariamente, jogar os dois primeiros jogos para desfrutar desse terceiro título?

    * Em seu texto você cita um bug chato que trava o PS3 quando se passa rapidamente as caixas de diálogo. Por acaso já saiu um update para corrigir isso?

    Desde já, muito obrigado! o/

    • Obrigado, cara! Quanto as duvidas:

      1-O jogo é continuação direta de MK2, que é uma especie de reboot do universo do jogo. Ou seja, é bom jogar o MK2, mas precisar mesmo não precisa de nenhum…a série é bem descolada nesse quesito. Vale mais pelas referências e “piadas internas” mesmo.

      2- Olha, não faço idéia…joguei no lançamento japonês e nunca mais toquei nele depois que platinei, então não sei dizer…mas quem localiza esses jogos geralmente faz um bom trabalho de debug, então acredito que você não precisa se preocupar.

      Espero ter ajudado e desculpa a demora! Abraço!

      • Oi, Tomio!

        Comprei o jogo, chegou no sábado. Joguei um pouco e estou curtindo bastante! Graficamente ele não está ao nível de outros do gênero, mas realmente é bem divertido de se jogar! E não é tão fácil como aparenta. Como você relatou na análise, é preciso ter estratégia e se equipar bem, se não logo no começo já vem dor de cabeça! Haha

        Vou jogá-lo enquanto não coloco as mãos em outra estreia para mim: Atelier Shallie! Pelo que pesquisei, a série Atelier também é muito legal!

        Muito obrigado mais uma vez! o/

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