[Neto’s Review] Max Payne 3

“Here I was about to execute this poor bastard like some dime store store angel of death and I realized they were correct, I wouldn’t know right from wrong if one of the them was helping the poor and the other was banging my sister…”

Capa do jogo.

ENREDO

Fazia já um bom tempo que não tínhamos um novo jogo da cultuada franquia Max Payne com seu tiroteio cinematográfico e cheio de influências de Matrix. Passaram-se nove anos desde Max Payne 2: The Fall of Max Payne foi lançado. E a Rockstar, anteriormente apenas publicadora da série, agora desenvolveu Max Payne 3 (sim, sem subtítulos, como havia no segundo jogo da série).

Max Payne agora está aposentado de seu trabalho na polícia de Nova York e vem para São Paulo, no Brasil, prestar serviços como guarda-costas de uma família rica e influente na maior cidade brasileira. Ele esperava umas boas férias, regada a muita água de coco e Brahma, mas a confusão acaba por transformar um serviço que se dizia simples no contrato em um pesasadelo.

Durante seu serviço de guarda-costas, alguns de seus protegidos são sequestrados e Payne acaba por se envolver em uma trama maior do que o seu serviço. Guerras de gangues, milícias, corrupção de poder público e afins. O jogo seria uma situação perfeita para o programa do Datena.

Max observa São Paulo.

É em torno dessas desventuras que gira o jogo todo de Max Payne 3. O ex-policial está mais sombrio, depressivo e dependente quimicamente de analgésicos e bebida (o bom e velho whiskey, sem gelo para o senhor Payne, por favor) do que nunca. Esse lado triste e negativo de Max é evidenciado a todo momento durante o jogo, visto que seus pensamentos estão acompanhando o jogador a todo momento. Nesse ponto, o protagonista funciona como o narrador de sua própria desventura, em tempo real.

Frases de efeito extremamente fortes e críticas à sociedade e às situações encontradas estão presentes nesses pensamentos de modo vultoso. Max é, acima de tudo, os olhos da pessoa sobre a atualidade do mundo, principalmente de São Paulo, afinal é onde o jogo se passa majoritariamente.

A crítica principal do jogo sobre a sociedade é o abismo social existente no Brasil. Logo no primeiro capítulo, Max está em uma festa da alta sociedade em uma cobertura e, de lá de cima, vê-se uma enorme favela. Payne obviamente não deixa isso passar em branco e manda um de seus pensamentos sobre a desigualdade e em como aquilo soa incorreto para ele.

Deve-se atentar que a trama é muitíssimo inspirada em Tropa de Elite 2. Formação de milícias e grupos de extermínio, exércitos mercenários formados por ex-policiais, gangues que controlam favelas, poderosos políticos envolvidos em esquemas de lavagem de dinheiro e tráfico… parece que o filme de ação brasileiro foi determinante para as diretrizes, não só do enredo do jogo, mas também da sólida crítica que é apresentada aos olhos do jogador.

A representação de São Paulo e seus habitantes também é soberba. Felizmente fizeram muitas pesquisas sobre o local e não retataram o povo brasileiro como selvagens, moradores em casa de  árvore e outros absurdos que por vezes ouvem-se por parte dos americanos e pessoas desconhecedoras do país. A cereja do bolo fica por conta da favela. As dinâmicas do povo, a vestimenta, o clima de perigo, bem como pessoas que nada têm a ver com o crime dentro da favela são mostradas. Os dois lados da moeda se encontram: há pessoas boas e pessoas criminosas dentro daquele ambiente, bem como no ambiente da alta sociedade.

Em algumas missões, Max voltará no tempo e mostrará como ele foi parar no Brasil, os eventos que o levaram a sair de Nova York e uma das missões se passa em um país da América Central também. Isso tudo traz um backtracking muito bom, pois acha um elo de ligação entre o título anterior da série e esse, bem como nos deixa conhecendo mais ainda do passado triste e melancólico do protagonista.

Há também alguns televisores espalhados pelas fases que podem ser ligados. Eles mostram alguns comerciais de TVs (fictícios, meras paródias de produtos reais), noticiários e também uma parte de uma estranha novela chamada Amor & Damas, bastante pitoresco e engraçado. As propagandas e a novela são bastante hilariantes e totalmente dubladas em português, enquanto os noticiários são em inglês e visam noticiar o que está ocorrendo em São Paulo, sempre em relação às operações em que Max Payne está participando. Esse noticiário é em inglês.

A apresentação de todo esse enredo ocorre por meio de cut-scenes, pistas encontradas durante as fases e também diálogos e pensamentos de Max Payne durante os tiroteios ou exploração de algum ambiente.

As cut-scenes muitas vezes são apresentadas em forma de quadrinhos. Mas não de forma estática, mas sim em movimento, com áudio e tudo mais, mostrando a ação em vários quadros e ângulos. Outro ponto interessante é que palavras fortes e sentenças de efeito pipocam na tela quando são proferidas. Isso dá uma profundidade imensa ao jogo.

Max Payne e Raul Passos, seu colega de serviço.

Há de se destacar também que nenhum diálogo em português é legendado em inglês. Isso também busca dar profundidade e a sensação de desnorteio de Max Payne. O protagonista nunca aprendeu a falar português e nem se interessou nisso, sabe algumas palavras-chave somente e sua confusão é passada também ao jogador do resto do mundo. Orgulhem-se, brasileiros e pessoas que falam a língua de Camões: sois os privilegiados que conseguem entender Max Payne 3 completamente.

JOGABILIDADE

Max Payne 3 segue mais ou menos essa dinâmica: cut-scene -> tiroteio -> exploração do ambiente. E após a exploração e passagem para a próxima área, geralmente volta para a cut-scene, ou simplesmente para o tiroteio.

Como as cut-scenes não fazem parte da jogabilidade, vamos ao tiroteio, que é o principal recheio do jogo. Primeiramente há de se notar que Max é velho e pesado. O jogo traz essa característica realisticamente, dando muito mais desafio ao jogador. E mais: Max Payne tem barra de vida, e ela não se recupera automaticamente, somente com o uso de analgésicos que são encontrados pelas fases.

A dinâmica do tiroteio é simples e funcional e, como qualquer third person shooter que se preze nos dias de hoje, traz as mecânicas de cover. O jogador deve sempre procurar se esconder atrás de alguma parede ou obstáculo no cenário, devendo tomar cuidado para que sua posição seja de visão privilegiada para si e não para os inimigos. Bastante simples e ativado por um só botão, o cover é fundamental para se manter vivo. Mas deve-se ter a prudência de saber que vários covers são destrutivos e vão esfarelando conforme é alvejado por balas, bombas e afins (o mesmo vale para os inimigos que se escondem em covers, portanto saber das fraquezas de cada obstáculo pode ser interessante para fazer o inimigo dar as caras). A partir do cover, Max executa tanto blind fires, que são tiros cegos, que atingem o cenário conforme a câmera estiver posicionada (a câmera é livre para o jogador o tempo todo), bem pode olhar por cima (ou pelo lado) do cover e mirar, mas isso irá exibir o jogador para os inimigos.

Max atira a partir de um cover.

Nem tudo são flores no cover, no entanto. Por vezes, algum inimigo virá correndo para cima da posição de Max Payne e o jogador se verá necessitado de atacá-lo. Caso o adversário apareça logo ao lado e Max esteja abaixado, mesmo dando blind fire o personagem por vezes sai do cover em pé sozinho, revelando-se para todo o exército que estiver enfrentando. Outra falha é Payne não dar a volta nos covers automaticamente, tendo que o jogador sair do cover e entrar novamente nele, caso queira, por exemplo, estando atrás de um pilar quadrado, ir para a lateral imediatamente ao seu lado direito ou esquerdo. Outro problema do cover é por vezes Max não entrar em algum cover, mesmo estando em cima dele, só por estar olhando para outro lado.

Em relação ao tiroteio propriamente dito, Max pode portar até três armas: dois revólveres/pistolas e uma arma de duas mãos, como rifles ou escopetas. Pode-se equipar as duas pistolas ao mesmo tempo, mas isso fará o jogador perder a arma maior que estiver carregando, visto que Payne não coloca o rifle ou a escopeta nas costas, mas sim a carrega na mão livre, caso esteja usando uma arma de uma mão. O dual weild, como é chamado quando se atira com duas armas ao mesmo tempo, é extremamente poderoso e é também uma das marcas registradas da série. Uma adição que faz falta ao jogo é não haver granadas para o jogador no modo história. Os inimigos têm até granadas de gás, por que Max não pode ter?

Dual Weild.

Há três tipos de dificuldade de mira que podem ser escolhidas ao iniciar o modo história: mira travada, que vai ser guiada fortemente ao inimigo; mira moderada, que vai seguir o inimigo levamente; e mira livre,  onde o jogador é responsável 100% por sua perícia. Isso é bastante interessante e deixa o jogo muito customizável conforme o tipo de experiência e dificuldade que o jogador queira enfrentar. Além de tudo isso, tem cinco modos de dificuldade, os dois mais difíceis sendo abertos somente se o jogo for zerado no modo difícil.

Os inimigos são diversos e conforme o jogo avança o grau de dificuldade para derrubá-los vai aumentando. Payne vai encarar inimigos fortemente equipados, com capacetes e coletes à prova de balas. A melhor opção é sempre dar um tiro certeiro na cabeça ou pescoço, ou dois, caso tenha capacete. Há inimigos que lançam granadas, outros que possuem metralhadoras poderosíssimas e vários trabalham em equipe, com um vindo em sua direção enquanto outro o oferece cobertura. Eles estão sempre dialogando entre si, em português na grande maioria das vezes (salvo em missões em outros países, como Estados Unidos e Panamá).

Max é bastante vulnerável e não usa colete a prova de balas e nem capacetes. E acredite: os inimigos são bons de mira e acertam head-shots certeiros. Todo o cuidado é pouco. Mas Payne tem lá suas artimanhas: Bullet Time e Shootedge.

O Bullet Time é, de longe, a marca mais forte da série. A artimanha deixa a câmera mais lenta para o jogador atirar com mais tranquilidade em um ou diversos inimigos. Esse efeito é ativado pelo próprio jogador ou quando ele tiver levado um tiro fatal: o Bullet Time inicia e deve-se acertar um tiro em quem o alvejou antes que Max atinja o chão (na dificuldade Old School não existe esse efeito), desde que exista pelo menos um analgésico (Painkiller, no original, que é o modo de recuperação de energia de Payne) disponível; caso não haja nenhum, o jogador simplesmente morre. Em alguns momentos isso não vai funcionar muito bem, visto que o inimigo pode estar fora do raio de visão de Max, principalmente porque, ao ser atingido, ele começa a cair… pode irritar algumas vezes, mas não é tanto uma falha do jogo, visto que na maioria das vezes esse recurso salva a vida do jogador com toda a certeza.

O Shootedge funciona de forma semelhante ao Bullet Time, porém com mais mobilidade. Quando ativado, Max Payne se joga na direção que o jogador escolheu, oferecendo-o grande visibilidade e tornando-o um alvo difícil. Ao ativar um Shootedge, a câmera entra em Bullet Time e deve-se procurar acertar quantos inimigos forem possíveis e estiverem à vista. Esta artimanha é muito necessária, gratificante e recompensadora. É extremamente bom quando ela te salva de alguns inimigos e ainda te coloca atrás de um cover melhor do que o anterior.

Shootedge

Não se pode, contudo, usar o Bullet Time e o Shootedge ao bel-prazer. Existe uma barra de medição que é enchida automaticamente conforme o jogador acerta tiros nos inimigos (tiros bem posicionados, como head shots, garantem mais nível à sua barra) e também conforme é alvejado.

Outro ponto importante a ser ressaltado é a possibilidade de se atirar deitado, após um Shootedge ou após acertar quem o atirou mortalmente. Isso é extremamente interessante, visto que Max se move em 360 graus dessa forma, mesmo deitado e consegue, assim, matar alguns inimigos. Mas ao mesmo tempo se torna um alvo fácil.

Tiroteio deitado.

Caso o desafio esteja muito grande para o jogador e este esteja morrendo muitas vezes em um mesmo checkpoints (há vários durante os capítulos do jogo e se dão por horda de inimigos derrotada), o jogo automaticamente adiciona gradualmente mais alguns analgésicos.

Após feito todo o tiroteio, o último inimigo que for morto sempre é exibido em close, levando o último tiro, mostrando ao jogador que a ameaça por ora foi erradicada. Então Max Payne pode explorar o ambiente à vontade, em busca de pistas, peças de armas douradas e analgésicos.

O último tiro é sempre mostrado de forma cinematográfica.

As pistas contam mais sobre o enredo em questão e não é obrigatória sua coleta. As peças de arma dourada são interessantes. Para cada arma existem três peças, espalhadas por cada fase. Caso o jogador complete as três peças de alguma arma, sempre que esta for usada ela vai se mostrar dourada, como se fosse feita de ouro. Não adiciona força, poder nem nada a ela, mas é um efeito legal e que torna a coleta dessas peças menos inócuas.

Arma dourada.

A exploração, no entanto, poderia ser mais profunda e livre. Várias portas trancadas, paredes invisíveis e afins fazem o jogo parecer mais como um corredor, porém não é tão bem assim. O jogo é bastante linear e não há caminhos alternativos, porém os cenários são bem grandes e há muito o que explorar, porém fica aquela sensação de que a exploração poderia ser menos inócua e com mais liberdade, Max deveria poder abrir portas de armários e interagir mais com objetos, da mesma forma que pode interagir com televisores e pianos.

Além disso, o jogo conta com vários momentos diferenciados, como tiroteios enquanto estiver sobre veículos, momentos em que o Bullet Time é ativado automaticamente e afins. Isso dá uma quebrada muito boa no ritmo circular do jogo e adiciona bastante diversão.

Há, além do modo história, um modo arcade com tempo cronometrado e pontuações, bem como vários modos multiplayer.

SOM

Um jogo passado no Brasil. O medo de ter uma dublagem porca, até mesmo com personagens falando em espanhol. Que bom que a Rockstar fez justamente o que esperávamos e deu atenção especial a isso.

As falas em português durante cut-scenes são muito bem executadas e dubladas, porém fica um quê de artificial perto da americana. Às vezes parece até que foi gravada com outros equipamentos e até mesmo em volume diferente. Mas nada que atrapalhe, porque no calor da batalha ouvir xingamentos na nossa língua, com sotaques bem reproduzidos é muito gratificante.

O destaque de dublagem obviamente vai para o protagonista, Max Payne. O dublador conseguiu colocar toda a carga de drama e melancolia na voz do personagem durante seus pensamentos e falas.

Sons ambientes, de explosões, tiros, carros e falas de personagens próximos, tudo isso auxilia para uma maior imersão e profundidade do jogo.

A trilha sonora composta para o jogo também é empolgante. Sons eletrônicos e por vezes orquestrados são muito bem executados e dão um ritmo tenso às missões.

Há também duas músicas cantadas para o jogo. O destaque vai para a do Emicida, chamada 9 Círculos, que é inserida em um momento onde ela cabe totalmente.

9 Círculos, música de Emicida feita para o jogo.

VISUAL E DESEMPENHO

Verdade seja dita: Max Payne 3 é um jogo bonito e realista. Cheio de efeitos, explosões e vários inimigos ao mesmo tempo. Cenários bem feitos e física incrível. Expressões faciais muito boas para um jogo de ação, mas obviamente não é nenhum L.A. Noire nesse quesito (e nem era necessário nada disso).

Cenário do jogo.

O que deixa muito imersivo o jogo também são os efeitos durante o próprio jogo. Por vezes a tela treme, surge algum risco cortando-a e etc., como que para simular as visões torpes e dopadas de remédios de Max Payne. Esses efeitos são parte impressionante no jogo e tornam a narrativa mais sólida, bem como o visual mais interessante e diversificado do que em jogos normais.

Outro ponto importantíssimo a se destacar são os ferimentos. O jogo mostra com bastante precisão onde o inimigo foi atingido, deixando furos e fazendo rombos. Caso seja o último homem derrotado, por exemplo, a câmera se aproxima do personagem alvejado e os ferimentos são mostrados conforme as balas trespassam sua carne. No rosto é comum abrirem-se grandes rombos, mostrando a carne retorcida para fora. Incrível.

Sangue para todo lado!

Como a maioria dos jogos, apresenta serrilhados, mas isso em consoles é normal e não tira o brilho dos grandes e detalhados cenários, com vários elementos destrutíveis.

A física do jogo ajuda bastante na contrução dos tiroteios e cenários. Por exemplo, caso alguém atire em um bloco de papel, vários pedacinhos deste saem voando pelo cenário. Outro exemplo da física é a forma como tanto Max quanto os inimigos caem no chão, sempre conforme o impacto e objetos encontrados. Por exemplo, caso atinja um inimigo que esteja descendo uma escada, este cairá conforme os degraus, às vezes até mesmo dando alguns passos antes de cair, por inércia.

Essa física complexa causa alguns bugs pequenos, como inimigos mortos que ficam ajoelhados e não caem, outros que atravessam paredes e afins. Mas algo bem pequeno e insignificante se comparado ao todo proporcionado pela física do jogo.

Também há de se destacar que o jogo não possui telas de carregamento entre fases ou cenários. Há apenas um carregamento ligeiramente longo antes de iniciar uma jogatina.

Durante o tempo levado para zerar o jogo travou duas vezes e teve-se de reiniciar o Playstation 3 pelo botão do console. Outras duas vezes o som simplesmente sumiu, porém o jogo continuou normalmente e o som só voltou a funcionar depois de reiniciar o sistema.

VEREDITO

Max Payne 3 é certamente um dos melhores third person shooters da geração. O trabalho da Rockstar foi extremamente satisfatório em todos os sentidos, desde a ambientação do estado de São Paulo até a criação de um tiroteio extremamente viciante e desafiador na medida certa, com jogabilidade muito customizável conforme o jogador bem queira.

Max Payne 3 é crítico, é tiroteio profundo, é melancólico, frenético, vingativo e extremamente bem polido e com uma física de dar inveja a vários outros jogos. Trilha sonora que acompanha os momentos de forma muito bem planejada, com dublagem de nível muito superior, em várias línguas, todas com bastante fidelidade, mesmo que por vezes a brasileira pareça artificial.

Max Payne 3 é jogo para quem quer desafio e também fazer uma bela reflexão sobre a sociedade atual.

Max Payne

NOTAS

ENREDO: 10,0/10,0

+ Reconstrução de São Paulo de alto nível;

+ Personagens profundos e carismáticos;

+ Narração pelo personagem principal dá profundidade e oferece um elo de ligação forte entre o jogador e o jogo;

+ Crítica social extremamente bem fundamentada e representada.

JOGABILIDADE: 8,5/10,0

+ Tiroteio desafiador;

+ Várias armas diferentes adicionam variedade ao jogo;

+ Dual Weild poderoso e recompensador;

+ Bullet Time e Shootedge;

+ Momentos diversos no jogo adicionam momentos diferenciados;

+ Coletáveis que adicionam elementos ao enredo e também arsenal visualmente diferente;

+ Movimentação bastante realista, considerando o peso e a idade de Max Payne;

+ Tiroteio deitado;

+ Inimigos que cooperam entre si e são inteligentes;

+ Modos arcade e multiplayer dão longevidade ao jogo;

– Alguns probleminhas com o cover;

– Falta de granadas no modo história;

– Exploração poderia ser mais aberta.

SOM: 9,5/10,0

+ Dublagem em várias línguas, conforme os personagens;

+ Trilha sonora memorável e bem casada com cada momento;

– Vozes brasileiras às vezes soam artificiais.

VISUAL E DESEMPENHO: 9,0/10,0

+ Cenários grandes, bem detalhados e destrutíveis;

+ Física excelente;

+ Ferimentos bem detalhados;

+ Efeitos durante o jogo retratam o estado dopado de Max Payne;

+ Explosões e efeitos de fogo muito bem feitos;

– Alguns bugs ocasionados pela complexidade da física;

– O jogo travou algumas vezes.

NOTA FINAL: 9,0/10,0

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4 pensamentos sobre “[Neto’s Review] Max Payne 3

  1. realmente vc tem muita noçao
    esses comentarips sap ptimos e a nota final e bem critica
    e um jogo perfeito e relmente e um terceira pessoa dos melhores ja feitos pra ess geraçao
    parabens pelo post

  2. cara joguei o primeiro e o segundo queria que a Mona Sax estivese de volta nessa história parece que esquecerão dela,
    e a parte do “medo ” que a primeira seria trazia também foi esquecido o jogo nunca mais será o mesmo a final érão 9 produtoras cuidando de tudo agora é só a rockstar

  3. Pingback: [Neto’s Review] Watch_Dogs | Jogador Pensante

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