[Especial The Legend of Heroes] Parte 1 – Trilhas da independência

Após o surgimento do fenômeno Dragon Quest em 86, muitas softhouses começaram a copiar a receita do bolo, dando início a era dos JRPGs. Podemos dizer que, sem o trabalho da Enix, não existiriam Final Fantasy ou Tales of. E provavelmente a versão em turnos de Dragon Slayer, a aposta da Falcom, de Ys, para o gênero em 89.

Introdução

Dragon Slayer: The Legend of Heroes foi lançado para os principais computadores de jogos e consoles da época, e não se tratava simplesmente de um clone de Dragon Quest. O jogo possuía gráficos bem coloridos, imagens ilustrando um enredo mais sério e sombrio e, pasmém, a presença de cutscenes dubladas em algumas versões! Três anos depois nasce Dragon Slayer: The Legend of Heroes 2, dando continuidade aos eventos do jogo anterior.

Dragon Slayer: The Legend of Heroes

Para não descaracterizar a série Dragon Slayer, que é originalmente um action-RPG, a Falcom fez do Sub-título “Legend of Heroes” uma série independente. O primeiro fruto dessa independência viria a se chamar “The Legend of Heroes III: Prophecy of the Moonlight Witch”, o primeiro título da trilogia “Gagharv”, para NEC-PC, em 94.

The Legend of Heroes III: Prophecy of the Moonlight Witch

Ao contrário de Dragon Slayer, a trilogia, composta por “The Legend of Heroes III: Prophecy of the Moonlight Witch” (1994), “The Legend of Heroes IV: A Tear of Vermillion” (1996) e “The Legend of Heroes V: A Song of the Ocean” (1999), era uma série morna. Iniciada em 94, a série não conseguia ser mais do que “mais um” no mar de JRPGs presentes no mercado, e se mostrava bastante datado, em gráficos e mecânicas, diante de gigantes como Final Fantasy e Dragon Quest, e ainda mais com a chegada de Tales of e Chrono Trigger em 95. Se é necessário citar algum aspecto positivo, pode-se dizer que seja a ótima trilha sonora, área que a empresa japonesa sempre dominou com maestria, diga-se de passagem. Ainda assim, a trilogia recebeu inúmeros ports e remakes, tendo como algumas plataformas o Playstation e o Sega Saturn.

Os jogadores constantemente ficam confusos quanto à ordem da trilogia, devido a ordem de lançamento ocidental do port para Playstation Portable. No ocidente, “A Tear of Vermillion” foi lançado como o primeiro jogo da trilogia, seguido por “Prophecy of the Moonlight Witch” e depois  “A Song of the Ocean”. Apesar de não seguir a ordem japonesa, isso felizmente não afeta no entendimento do universo, já que cada jogo é situado em uma era diferente.

The Legend of Heroes OST: 

Em 2004, cinco anos após “A Song of the Ocean”, os fãs finalmente estariam diante do sexto episódio da série: “The Legend of Heroes VI: Trails in the Sky FC”

Continua…

Especial parte 2

Especial parte 3

Especial parte 4

Anúncios

5 pensamentos sobre “[Especial The Legend of Heroes] Parte 1 – Trilhas da independência

  1. Pingback: [Especial The Legend of Heroes] Parte 2 – Trilhas no céu « Jogador Pensante

  2. Pingback: [Especial The Legend of Heroes] Parte 3 – Trilhas novas « Jogador Pensante

  3. Pingback: [Especial The Legend of Heroes] Parte 4 – Trilhas alternativas « Jogador Pensante

  4. Pingback: [Tomio's Review] The Legend of Heroes VIII: Trails of Flash | Jogador Pensante

  5. Pingback: Série The Legend of Heroes: Parte 2 (Final) | Player 2

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s