[Especial Playstation] O MITO.

Caros Leitores do Jogador Pensante. O nosso Blog tem sempre o intuito de ser informativo e criativo, por isso procura sempre ser autêntico.

O post a seguir é fruto de um trabalho muito prazeroso, feito durante o mês de abril na página do Jogador Pensante do Facebook.

Gostaríamos demais que deixassem suas opiniões sobre o formato que adotamos para destrinchar toda a história do Playstation, um ícone que mudou eternamente a indústria gamística.

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Crônicas de um Fã por Video Games.

Playstation – O Mito.

Capitulo 1 – 1990

17/12/1998 – 23:03.

Estava muito tarde, uma noite fria e nebulosa com uma lua tão clara e flamejante que lembrava aquelas antigas histórias de nossos avôs sobre lobos que viravam homens e extraterrestres que procuravam respostas na terra. Abri meu Laptop e comecei a redigir rapidamente tudo o que descobri, tinha que ser enviado o mais rápido possível: eram informações vitais e confidenciais.  Chequei se o meu parceiro estava online. Estava, e rapidamente me falou:

– Comece a escrever. As informações não devem ser salvas em nenhum arquivo, o que você passar aqui hoje já estará na mesa dele amanhã.

Sem perguntar nada, entendi a mensagem. O momento era delicado. Nosso futuro dependia desse meu texto.

Então iniciei.

“Para explicar o porquê desse ponto crucial, preciso começar de onde tudo se iniciou: o erro que foi cometido a quase 8 anos atrás.

1990. A Nintendo e seu presidente em gestão Hiroshi Yamauchi procuram a Sony Japan, uma grande parceira da Nintendo no desenvolvimento de qualidade sonora. A reunião vinha com uma proposta: criar um aparelho de videogames revolucionário. Seu codinome? PSX. As conversas iniciais são excelentes e o projeto estava bem encaminhado. Em um futuro próximo, a Nintendo finalmente entraria para a nova era. O projeto era acoplar um aparelho no Snes, com leitura de Compact Disc (CD).

Como a Sony é muito competente nesta área de armazenamento de dados em um disco de plástico policarbonato, seus aparelhos de som denominados Discman eram manias mundiais, objetos de desejo entre os jovens e os adultos da década. Tudo parecia que ia ser fácil; duas antigas grandes parceiras unidas para massificar o mercado e globalizar mais a marca Nintendo e Sony.

O componente estava cada dia mais ganhando um formato: o aparelho se mostrava promissor e de fato importante para a trajetória das japonesas no mercado mundial, com o projeto quase finalizado e tudo já acertado.

Alguma coisa começa a desfazer a união das empresas. Em 1991 a Nintendo anuncia na antiga Consumer Electronics Show, ou CES, o rompimento da parceria e o inicio de um novo projeto com a Philips, rival da Sony nos aparelhos portáteis de CDs. Poucas informações foram dadas do por quê  de se desistir do lançamento do então denominado Play Station. O mercado ficou impressionado com o desmanche. Enquanto a Sega, rival da Nintendo na corrida da liderança já tinha disponível o Sega CD, aparelho similar e iniciado um projeto ambicioso e caro, a Nintendo deixava de lado um projeto promissor. Questões contratuais foram alegadas como o fim do acordo. De fato este é um dos grandes mistérios da indústria gamistica.

Ken Katuragi, grande nome alinhado ao projeto, parece não aceitar a resposta da Nintendo em cancelar o futuro novo console e sai em procura dos líderes da Sony para dizer que a empresa tinha competência o suficiente para fazer o projeto quase finalizado entrar no mercado como um console próprio. Ousado, insano ou ressentido, não importa. O fato é que Ken foi corajoso em enfrentar muitos paradigmas em colocar o projeto para frente. A Sony deu o aval, mas pediu garantias, essas prometidas pelo japonês, e foi mais longe: disse que a Sony teria o domínio mundial sobre um mercado que só crescia.

Projeto PSX. O console conceito da Nintendo e Sony.

Capitulo 2 – 1993

1993. o Projeto está finalizado e a Sony trabalhou bem em cima do que tinha produzido já para a Nintendo e foi mais longe fazendo suas próprias modificações no que achava necessário. Um grande avanço foi ela ter incluído o Memory Card, cuja a função era de armazenar o progresso do jogador nos jogos sem necessidade de códigos ou chips internos que os cartuchos usavam. Com tudo pronto, a divisão começou a enfrentar um enorme problema: o preço ainda era inviável e acreditavam que com um valor alto em um console novo de uma empresa desconhecida fatalmente o projeto não vingaria. Cortes foram necessários, obrigando a Sony a mudar substancialmente o console (pelo o que vemos hoje mudanças fundamentais e importantíssimas).

Com o preço em mente e um ano para anunciar a data do console para as lojas, eles saíram em caça de parceiras. A Sony não tinha credibilidade no mercado de games, podiam ser mestres em tvs e aparelhos de som, mas não eram ninguém quando se tratava de videogames. Com isso em mente, Ken teve a principal idéia que deu o empurrão necessário para o console vingar entre os programadores de jogos: todo jogo lançado para o console da Sony não eram cobrados os royalties que a Nintendo insistia em exigir das empresas para terem o direito de um jogo lançado no Snes, líder até então.

Com tudo arquitetado pelo ancora do projeto, foram em busca de parceiros pelo mercado mundial, que ainda era pequeno com amplo domínio Japonês. De início, a Sony conquistou a Namco. A Facilidade de produzir no PSX, o uso dos CDs e a garantia de estabilidade e lucros maiores facilitou a união.

Ainda era arriscado lançá-lo, então Katuragi acionou divisões européias e americanas para encontrar alguém que se interessava em produzir para o console. Devido a desconfiança de muitos…”

– Espera, não… não mas que merda!!!

– O que aconteceu, algo de ruim!!! – perguntei rapidamente e fiquei apavorado, não tinha conseguido terminar ainda a historia e precisava contar todos detalhes para entendermos melhor toda essa confusão que aconteceu. Aguardei e meu parceiro não respondia mais nada do outro lado alem da frase desesperadora. Já passara da meia noite, em meu quarto o frio, meu corpo estava congelando, o aquecedor estava quebrado nesta espelunca que aluguei para coletar as informações.

– Prontinho, ufaaaaa… foi por pouco. Ele respondeu.

Então perguntei o que aconteceu, fiquei preocupado, podia ser qualquer um, talvez estávamos também sendo investigados?

– Nãããã não foi nada!!! Só a impressora que travou e não estava imprimindo mais.

– Você está de brincadeira, meu coração quase saiu pela boca, pensei que tudo estava perdido, não estamos brincando aqui, não posso salvar esse arquivo em disco e nem ao menos enviar por e-mail nada que guarde informações. – tentei ser enfático nas palavras para que ele desse mais atenção e respirei fundo, busquei um cobertor, e voltei a contar os planos da Sony.

Capitulo 3 – 1995/1997

“…poucos acreditaram mas a Sony tinha conquistado uma boa parceria para dar continuidade ao projeto e agora era a vez da EA confirmar toda a sua linha de esportes no console anualmente. Tudo pronto, já era 1994: o ano do lançamento do divisor de águas da indústria gamistica. O Playstation, agora lançado no Japão em 3 de dezembro de 1994, conquistava suas primeiras unidades vendidas. Vendas expressivas superando todas as expectativas! Foram comercializados 100 mil unidades no primeiro dia, com seus 8 games iniciais. O destaque foi Ridge Racer um jogo de corrida exclusivo adquirido com a parceria da Namco.

Em Maio de 1995, o Playstation, disponível só no Japão, alcança seu primeiro milhão em vendas. Nesse mesmo mês  acontece a primeira Electronic Entertenainment Expo, a E3, cujo tema principal é a briga entre Sega Saturn e Playstation pelo mercado americano. A Sega, que deveria apresentar o preço e jogos de lançamento do Saturn, já marcado para 2 de setembro , confessa que tudo era mentira e que o console já estava disponível de imediato em algumas lojas, por um preço altíssimo. Foi a chance que a Sony precisava. Então Ken Katuragi, agora presidente da divisão de vídeo games da sony dispensou o discurso no dia seguinte, subiu ao palco e disse apenas: “Duzentos e noventa e nove”.

Setembro de 1995: a Sony invade o mundo, começava a comercializar o Playstation no mundo inteiro. No primeiro dia mais de 100 mil unidades comercializadas com Ridge Racer como carro chefe. E no Japão, o PSX ganha seu primeiro game a ultrapassar a marca de um milhão de copias: Tekken, um exclusivo game de luta da parceira Namco.

Agora mundialmente conhecido e à frente do rival, começavam a produtoras a procur a Sony em busca de firmar novos exclusivos de peso. A primeira foi a Capcom ,conhecida por Megaman e Street Fighter. A empresa disse que tinha um projeto ambicioso e diferente de tudo que o mercado poderia oferecer. O projeto foi batizado de Bio Hazard. O jogo teve seu nome alterado no resto do mundo para Resident Evil. Estudos acreditaram que o novo nome encaixaria melhor ao projeto mundialmente. Um sucesso, o Playstation em 1996, no lançamento do Residente vil já passava da casa dos 4 milhões de consoles e o game da Capcom impulsionou exponencialmente o console ao topo. Assim se tornando o primeiro grande motivo para se ter o Playstation, o famoso System Seller.

Olhando o sucesso do console, a Sony entendeu que para se manter no topo não precisava de acessórios diversificados, e sim manter o preço do console baixo e buscar novos exclusivos de peso e diferenciados. Com isso em mente e em busca de uma mascote para representar o console, a Sony convidou a Naughty Dog a criar um game para rivalizar as mascotes da Nintendo e Sega: Crash Bandicoot nascia no segundo semestre de 1996 e fez jus ao console.

Com um portfólio notável, a Sony foi em busca da principal parceria da era 32 bits. A então líder absoluta no gênero favorito da época (os RPGs japoneses), a Squaresoft, se unia a Sony para dar continuidade a sua principal serie: Final Fantasy deixava de ser exclusivo da Nintendo e se juntaria ao Playstation e em breve seu 7º capitulo pousaria no console da Sony e usaria mais de um CD. A Squaresoft alegou que o uso de cartuchos no Nintendo 64 atrapalhou a produção do Jrpg no novo console da Nintendo.

Mas antes do estrondo que Final Fantasy VII causaria na industria no final de 1996, chegava ao console Tomb Raider, um jogo ocidental com um heroína em busca de artefatos místicos, outro sucesso que garantiu mais ainda a solidificação da marca no mercado.

Janeiro de 1997 o mundo pára. Final fantasy VII dá as caras e mostra como deve ser um verdadeiro jogo da quinta geração em seus impressionantes 3 CDs. Tinha belas apresentações em computação gráfica, um jogo massivo e completo. O Playstation já passava dos 10 milhões de consoles vendidos e deixava cada vez maior a distancia para o Sega Saturn, e se algum dia sofreu um incomodo pelo Nintendo 64 esse dia foi liquidado com os 2.3 milhões de copias de FFVII vendidos nos 3 primeiros dias do jogo no mercado. Foi o fim para qualquer concorrência. O verdadeiro divisor de águas para a Sony, a Squaresoft e para o mercado que crescia abruptamente com a maturidade que o Playstation passava.

Novembro, o DualShock é lançado. É quase igual ao Dual Analog, controle atual do videogame, porém, com apoios mais curtos, botões L e R menos rígidos, dois motores de vibração, um a cada lado e as duas alavancas analógicas perderam a pequena concavidade e ganharam revestimento de borracha. Com forte suporte das produtoras, o DualShock se tornou o controle padrão no fim de 1998 e passou a ser vendido junto com o console, redefinindo todos os outro controle que vieram depois dele. Em Dezembro chegava Gran Turismo, um projeto ambicioso dos estúdios internos da Sony que teve inicio em 1992. O jogo foi um marco por trazer simulação da realidade nas pistas. Vendeu incríveis 11 milhões de copias.

Capitulo 4 – 1998

Entrada de 1998, a Sony despeja nas lojas Tekken 3, um exclusivo que vendeu no primeiro dia 1 milhão de copias. O jogo estabelece um novo padrão no mercado: a Namco trouxe um jogo dedicado a arcades para o console com qualidade ainda maior. Nada se comparava ao PSX e a sua line-up era superior a tudo que encontrava no mercado rival somado, o console da Sony tinha os melhores jogos em todos os gêneros. A estratégia traçada no inicio do projeto funcionou perfeitamente e agora só restava o golpe final na concorrência.

Setembro desse ano o console da Sony sofre uma redução no preço para comemorar os 3 anos no mercado mundial e a liderança absoluta, agora o Playstation custa ainda menos. Em outubro, a Konami lança um projeto audacioso com o apoio da Sony e chega ao mercado Metal Gear Solid, o game que tinha como ambição transformar a industria em arte e estar acima do cinema e qualquer outra forma de entretenimento. De fato o game de Solid Snake chegou próximo a isso: tinha um roteiro impressionante. Inaugura  magistralmente o steath game e adicionava um ícone na industria: Solid Snake era muito carismático e as pessoas adoravam o personagem. Foi o fim da linha para todos, o jogo passou dos 6 milhões de unidades e a biblioteca do console dos 3 mil jogos lançados.  O Playstation simplesmente tinha mais consoles vendidos que seus rivais somados, nada menos que 50 milhões ao final da data que lhe escrevo…”

– Tudo bem você fez a lição de casa, mas e o que lhe pedimos?? – O agente com quem conversava questionou.

Disse para ter calma que eu precisava explicar muito bem a historia para que todo o plano arquitetado corresse bem. Foi então que comecei a escrever os futuros planos da Sony.

“…simplesmente precisamos cancelar tudo o que imaginamos para a próxima década. A Nintendo não está preparada para enfrentar de frente o novo console da Sony. O Playstation 2 é incrível, eles vão repetir tudo novamente: o planejamento de sucesso do PSX vai ser reutilizado no seu sucessor, o console vai usar a nova mídia que criaram ano passado, o DVD, e além disso o console tem retro compatibilidade com o primeiro e a gameteca do console já conta com alguns exclusivos de peso em produção, todos seqüências dos maiores sucessos do Playstation. O console é poderoso e oferece gráficos incríveis as pessoas vão ficar de boca aberta, muito acima do Nintendo 64 e faz do Dreamcast um videogame ultrapassado.

A data de lançamento é para ano que vem em 1999 e vai apresentá-lo e já colocar no mercado Japonês.  É preciso cancelar todo o projeto Dolphin. Temos tempo de procurar criar um console compatível com o poderio que a Sony vai entregar em 99 no Japão e 2000 para o resto do mundo, com jogos exclusivos no lançamento da Squaresoft.

Junto com esta carta vou enviar todas as planilhas do projeto do PS2 que copiei.”

Capitulo 5 –  Para Sempre

Fiz o melhor que pude no decorrer dos meses que passei nos prédios da Sony como agente secreto. Todos me conheciam como um estagiário que veio da Europa entender um pouco de como era um departamento de videogames. Passar como uma pessoa curiosa procurando informação era muito fácil e os funcionários da Sony não se sentiam ameaçados em nenhum momento. A fase que a empresa vivia era formidável.

Encontrei a área disponível para projetos futuros, ficava entre o ultimo andar e a sala da presidência logo embaixo. Tive que me desdobrar muito: a vigilância lá era maior que o comum da empresa. Não tinha como não ser diferente, afinal ali eles produziam o Playstation Dois.  Levei por volta de cinco meses até conseguir uma brecha, conquistei a confiança de funcionários envolvidos no projeto e disseram que eu poderia entrar e entender melhor a criação de um novo console.

Um mês colhendo informações, meu sentimento não era dos melhores, pois fiquei envolvido com o pessoal que trabalhava lá. Mesmo assim mantive a minha palavra e toda a informação que descobri sobre o PS2 eu enviei para a Nintendo, que estava me pagando. Tinha que manter o profissionalismo.

No dia após entregar o projeto para a Nintendo recebi um e-mail para retornar e terminar a conversa pessoalmente. Viajei imediatamente em um avião de uma empresa local, muito confortável, com comissárias atenciosas e um comandante bem experiente. Já estávamos próximo do Natal e eu não tinha com quem comemorar: minha família era o meu serviço de agente secreto. Cheguei ao  prédio da Nintendo adiantado. Me receberam muito bem e pediram para eu aguardar em uma sala  magnífica, nas paredes tinham vários quadros dos jogos de maiores sucessos da empresa, as poltronas tinham em suas estampas controles desenhados e em nossa frente um mural encantador com a primeira unidade do Nintendo 8 bits.

– Isso é tudo o que você colheu nesses quase 7 meses?? – O presidente da missão entrou na sala e já se dirigiu a mim com a pergunta.

Expliquei tudo mais rapidamente a ele novamente e reforcei que a Sony estava preparada para reinar absoluta no mercado novamente. O Presidente então ficou alguns minutos lendo o minha carta, viu os projetos da Sony, balançou a cabeça como se caçoasse do que lia, olhou fixamente para mim e disse.

– Já que isso é tudo, e não descobriu nada demais, não precisamos mais dos seus serviços.

Ele foi mais irônico do que arrogante, achou que eu exagerei em tudo o que disse, parecia que estava com rancor por ter errado no passado… não tenho certeza.

Minha missão não teve utilidade para a Nintendo. Não tinha o porquê de  me sentir preocupado com os planos da Sony. Deixei o serviço de agente após esta missão como havia prometido há muito tempo e os anos se passaram.

Assisti de longe o lançamento  massivo do Playstation 2 e a força que o mercado o aceitou, vi a Nintendo continuar acreditando somente em seus produtos e lançar o Nintendo GameCube, o antigo projeto Dolphin, baseado ainda em suas  idéias e nada de minha missão foi utilizada. A Nintendo mais um vez teve a chance de mudar o rumo do mercado e não quis acreditar.

Epílogo: 2006

Estou em uma fila, no oriente, por volta das nove horas da manhã. O motivo: ser um dos primeiros compradores do Playstation 3.

Na fila conversei com varias pessoas durante o tempo em que esperávamos nossa vez, em especial com um garotinho de cabelos espetados, com cerca de 10 anos. Era fã de One Piece. Nunca entendi direito o sucesso desses desenhos. Como um bom historiador, comecei a contar tudo sobre o que a Sony tinha feito no mercado de consoles.

“Graças a ela o mundo inteiro voltou os olhos para o mercado de videogames. Como te disse, em 1995 os vídeo games não passavam de brinquedos caros. Hoje é uma central de entretenimento e foi o PSX que mudou para sempre o que entendíamos de videogames, muito devido aos seus jogos sempre voltados a um publico mais amplo e tinha inúmeros sucesso aos longos de seu ciclo. O Playstation em 2006 vai ser descontinuado, mas fica a prova que foi o divisor de águas, ele tem mais de 110 milhões de unidades vendidas no mundo, teve seu visual melhorado no inicio da década, ficou mais bonito e pequeno, recebeu grandes jogos até 2001 e depois seqüências anuais de jogos para multidões.”

Contei quase a historia inteira para o garoto. Ele não tirava os olhos de mim e deu toda atenção. Então entendi que a Sony fez muito mais pelo mercado do que a Nintendo acreditava ter feito. O Playstation mudou o mundo para sempre.

BOX ESPECIAL

os logos inicias do Playstation, antes da arte final.

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13 pensamentos sobre “[Especial Playstation] O MITO.

  1. Cara, muito bom!!Sempre fui fã da marca, 100% satisfeito desde o ps1, ps2, agora com o meu ps3…o único problema é o preço dos jogos aqui no Brasil…

  2. poxa meu parabens so colecionador de sony e nintendo por ser um grande fa de rpg
    nao sabia tudo sob os acontecidos entre as 2 maiores empresas de game do mundo, parabens
    pelo texto muito bem interpretado
    tenho em orden de lançamento Nes, super Nintendo, Nintendo 64, Nintendo Game Cube e Nintendo Wii
    Sony Play 1,2, e 3
    Microsoft Xbox e Xbox 360
    portateis Nintendo game Boy Pocket, Game Boy color azul, Game Boy Advance, Game Boy Advance sp e nintendo DSI XL
    enfim esse povo e foda e to entrando esse ano na facu de jogos digitais barao de maua ainda vo chega na nintendo ow na sony
    mais uma vez parabens pelo post
    David
    abrçs

    • David você é um verdadeiro colecionador, parabens pela coleção só os maiores e melhores consoles.

      E meus parabéns pela gana em querer trabalhar na areá. Sou um apreciador também tive quase todos os consoles.

  3. Muito bom o seu texto.
    Certa vez eu li que a Nintendo desmanchou a parceria com a Sony porque esta queria que o seu console tivesse entrada para os cartuchos de SNES. Fiquei com um pé atrás sobre esta versão porque li este fato na revista da Nintendo! Será que era verdade?
    Mas quo Playstation era pra ser parte do SNES eu já sabia.
    Apesar de gostar da Nintendo eu a enxergo como uma empresa arcaica, ainda muito fechada no mundo dela.
    A Nintendo precisa evoluir!

  4. Pingback: [Especial Super Nintendo] O super videogame « Jogador Pensante

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