[Neto’s Review] The Legend of Zelda: Skyward Sword

“This is a tale that you humans have passed down through generations…”

Capa do jogo

ENREDO

The Legend of Zelda Skyward Sword é provavelmente o título mais aguardado do Nintendo Wii em 2011. Mais uma vez, o jogo se apresenta como uma história anterior a todas que já existem, ou seja, os eventos ocorridos são anteriores aos do Ocarina of Time, do Nintendo 64, que até o lançamento de Skyward Sword era tido como o início de tudo (o que é discutível com o título Minish Cap, para GBA).

Skyward Sword narra os eventos protagonizados por Link (que pode ter seu nome alterado no início do jogo para o apelido que o jogador quiser), um humano que vive em uma ilhota no céu, chamada Skyloft. Link é um jovem aprendiz na academia de soldados da cidade, onde estuda as técnicas de vôo em loftwings, que são pássaros enormes utilizados para a locomoção entre as várias ilhotas presentes nos céus, além de também estar aprendendo a arte da espada.

Link é envolvido com uma garota, Zelda, que sonha em conhecer o mundo abaixo das nuvens, mas sabe que é impossível pois os loftwings não voam abaixo da espessa camada de nuvens que divide o mundo chamado de The Surface (A Superfície) e Skyloft. Mas uma surpresa acontece e ela acaba por ir para o mundo debaixo.

Uma das áreas da The Surface

É então que Link, atormentado por sonhos, visualiza um ser espectral chamado Fi, que se revela como uma enviada da Goddess (Deusa) e é uma espécie de espírito da Goddess Sword, a espada que Link empunhará em suas aventuras abaixo, onde tentará impedir o vilão principal, Ghirahrim, de colocar suas mãos sobre Zelda. É um mito esquecido que está sendo concluído e que ambos – Zelda e Link – têm participação primordial e essencial para evitar que um grande mal aconteça, segundo Fi.

Fi

O enredo do jogo é bastante simples, como todo Zelda. Algumas reviravoltas acontecem, mas a maioria bastante previsíveis. O que torna o enredo interessante, no entanto, é a mitologia que é apresentada, afinal, os eventos narrados são anteriores ao Ocarina of Time, portanto todos estão muito curiosos para saber o que aconteceu antes da aventura do pequeno garoto que adquire maioridade ao puxar uma espada do pedestal.

É estranho, no entanto, não ver nenhuma vez o nome Hyrule, mas sim The Surface. Hyllians também não são citados. Skyward Sword narra os mitos de criação da nação de Hyrule e do surgimento da raça dos Hyllians. O jogo apresenta somente três grandes áreas, que não são interligadas, o que causa mais estranheza ainda. Indo além, três novas raças são apresentadas, enquanto raças famosas como os Zora são deixadas de lado e não aparecem.

Se o jogador espera ver famosos locais como Lost Woods, Hyrule Castle, Gerudo Valley, enfim, lugares que ficaram na memória de quem acompanha a série, pode esquecer. Afinal, aqui Hyrule não existe e humanos não estão presentes na superfície até Zelda chegar.

Deve-se atentar, no entanto, para a climatização do jogo. Skyward Sword é um jogo essencialmente feliz. Apesar de seu enredo apontar um perigo iminente prestes a estourar e tentar passar uma sensação de “apresse-se, se não o mundo já era”, o jogo falha nesse aspecto. Diferente da versão anterior para consoles, Twilight Princess, Link está sempre com cara de bobo e dando sorrisos, apesar de sua missão ser perigosa, difícil, cansativa e decisiva. E o pessoal de Skyloft parece nem se importar com o que está acontecendo, mesmo sabendo que Link está atrás de Zelda, que, por sinal, é filha do Chefe da Academia, Gaebora (nem mesmo esse consegue passar temor por sua filha).

JOGABILIDADE

Como o próprio nome, Skyward Sword, sugere, o jogo é todo voltado para a espada de Link. Com o adendo do Wii Motion Plus, agora é possível sacudir o controle para o lado que se desejar e o movimento seria imitado pelo personagem na tela. Voltarei a esse ponto em breve.

A primeira coisa a ser notada e constatada é que não há mundo aberto em Skyward Sword. Marca registrada da série é deixada de lado e em vez disso é substituída por um Hub World travestido de “céu aberto”. Esse lugar é Skyloft, onde Link tem side quests para serem feitas, compra itens e se prepara para suas batalhas.

A ação, portanto, ocorre no mundo debaixo, que não possui ligações entre as três áreas presentes. Link deve voar com seu loftwing até o ponto do céu que deseja descer (cada ponto vai para a área desejada, portanto existem três pilares de luz no céu, onde é possível fazer a aterrissagem abaixo). A sensação de Zelda é aqui minimizada demais. A influência de outro jogo, de outra série, é gritante: Mario Galaxy. A sensação de se estar jogando o primeiro título da série Galaxy é enorme devido à presença de um Hub World e as áreas para se seguir. Estas seriam os mundos, enquanto abaixo há várias espécies de fases. É o jogo mais linear da série, sem dúvidas.

Link voando até uma das áreas

Voar no loftwing, no entanto, é necessário diversas vezes para o acesso às áreas da Surface. Isso, claro, é feito pelo sensor de movimentos do Wii Mote. Gire o controle para a esquerda e o pássaro irá para a esquerda. Gire para a direita e ele irá para a direita. Abaixe o controle e o pássaro mergulha e ganha velocidade. É bastante intuitivo e fácil, apesar de inócuo. Dificilmente, mas muito dificilmente mesmo, o jogador será ameaçado por algum perigo aéreo. O ataque do pássaro, ativado com o botão A, será utilizado 99% (Modo de Estatística da Fi Ligado) para meramente ganho de velocidade. Nas primeiras vezes é muito bacana voar, mas depois isso se torna obrigação. E obrigação tem a tendência de se tornar chato.

As áreas debaixo funcionam como grandes dungeons, onde Link deve fazer seu caminho, resolver puzzles e, muitas vezes, ajudar NPCs com missões bobas, como encontrar alguns bichinhos perdidos, salvar alguém, etc. O jogador se verá utilizando bastante uma habilidade de Fi chamada Dowsing, que é usada para localizar o que se está procurando. Basta apertar o botão C do Nunchuck e a câmera passa para primeira pessoa, e o pointer funciona como uma espécie de radar, indicando onde se deve ir em seguida. O processo é legal, mas o problema é geralmente o objetivo, que são bastante inócuos muitas vezes, e que vêm a ajudar ainda mais na sensação de “o mundo nem tá em perigo mesmo, né?”.

Encontre isso, faça aquilo...

Os dungeons do jogo funcionam praticamente iguais aos Zeldas tradicionais. Só que dessa vez estão muito mais lineares. Em nenhum templo há a sensação de estar perdido e sem saber o que fazer (talvez no último, e isso bem talvez). Dentro das dungeons, Link deve coletar itens como o mapa e a chave da sala final, que é onde está a próxima pista para onde seguir em seguida.

A ação propriamente dita acontece dentro dessas dungeons. Batalhas, chefes, puzzles mais elaborados estão todos muito mais presentes nessas partes. Para as batalhas, Link possui uma gama de itens que vai adquirindo conforme sua aventura vai acontecendo, como um chicote, arco e flecha, estilingue, enfim, vários itens que vêm a ajudar de diversas formas, inclusive em puzzles. Todos, sem exceção, utilizam o sensor por movimentos e isso funciona bem e se torna intuitivo. Atirar com o arco e flecha puxando o Nunchuck para trás para ele ganhar mais força rapidamente é muito bom. A escolha desses itens também ficou bastante mais dinâmica. Não mais há uma tela de pause para selecionar qual item se quer utilizar. Mas sim, pressionando-se o botão B e segurando-o, abre-se uma roda mostrando os itens a selecionar sem pausar o jogo.

Sem pausar!

Balançando com o chicote

O item principal e que será mais utilizado é uma espécie de besouro, chamado de Beetle (posteriormente Hook Beetle). É o mais utilizado para se coletar itens que estão fora do alcance, destruir inimigos inatingível enquanto carrega bombas (Hook Beetle, no caso) e ativando botões e afins que também estiverem longe e em locais altos.

Beetle

Agora, ao combate, elemento mais atrativo do jogo. Conforme a posição do Wii Mote, Link posicionará sua espada ao bel prazer do jogador e desferirá o golpe na direção escolhida quando se sacudir o controle. Muito legal na teoria, mas acaba não sendo tão preciso assim. A começar que Link só ataca, na verdade, em oito direções: cima, baixo, direita, esquerda e diagonais, além da estocada. Okay, é uma grande evolução, mas isso já é o suficiente para o jogo muitas vezes não reconhecer o comando que se deseja fazer. Muitas vezes também fica difícil acertar o comando quando se quer mudar a direção da espadada… no calor das batalhas, fica difícil ser mais lento e ter paciência para girar o controle devagar até o outro lado para desferir rapidamente. Além do que os inimigos desse jogo são os que melhor defendem na face da Terra. Reconhecem rapidamente o lado que se está preparando para atacar e já logo defendem.

Batalha.

O combate impressiona no início, mas depois percebe-se que, se ficar sacudindo o controle para todos os lados, simplesmente vai acabar acertando sem querer… e isso vai acabar sendo prática recorrente, porque tentar atacar certinho pode acabar sendo frustrante devido a 99% de suas espadadas acertarem diretamente a defesa inimiga quando se tenta mudar de lado. O que vem a tornar as batalhas dinâmicas e interessantes são os escudos, que agora possuem uma barra de durabilidade. Se quebrarem, tem que comprar outro (ou prosseguir sem). E custam caro, principalmente o mais avançado, que não queima e nem conduz eletricidade.

O escudo é essencial em diversas partes.

O que esse Zelda trouxe de muito bom foi a área de compras, presente somente em Skyloft. Agora as poções realmente fazem sentido, visto que uma delas até mesmo conserta a durabilidade do escudo. Além disso, agora é possível também fazer upgrades no escudo e em vários itens, a um preço e conforme suas posses de itens que são obtidos através da exploração e de drops inimigos.

Outro bom adendo foi a barra de stamina do personagem. Correr cansa Link, dar ataque especial giratório também. Deve ser pensado bem quando utilizar, correr e etc. Se o personagem cansar, demora para poder voltar a atacar e correr, tornando-se alvo fácil para os inimigos.

Esse "limão" representa a stamina de Link

As melhores batalhas são contra os chefes. Todos utilizam o controle de movimentos e os itens de Link de forma primorosa e o jogador se verá obrigado a ir carregado de poções e fadas para que não morra em vários deles. São realmente de fazer levantar do sofá de nervoso devido à dificuldade de alguns. Ponto pro jogo!

SOM

Pela primeira vez na história da franquia, Zelda agora é inteiramente orquestrado! Mas será que só isso basta?

Orquestrar a trilha sonora da série era mais do que obrigação, para início de conversa. No entanto, temos pouquíssimas composições marcantes. A maioria das músicas nem se percebe e grande parte nem se faz ser lembrada de existir. Perante outras grandes trilhas sonoras da geração, a desse Zelda está muito aquém, até mesmo da própria série. Muito burburinho foi gerado porque é orquestrada e então é perfeita, mas não… a trilha não é marcante, infelizmente.

Outro ponto baixo é para a total falta de dublagens no jogo. Muitos dizem ser tradição, mas eu chamo de relaxo. Os produtores preferem se apegar a fanboys e não deixar a série mais atual. Vejam bem: Zelda é um jogo cinematográfico, possui inúmeras cut scenes, inúmeros diálogos… mas cadê as falas? Todas em blocos de texto, como é feito desde a década de 80. A única coisa expressa pelos NPCs são grunhidos. Trágico e ultrapassado.

Por que você não fala?

VISUAL

Skyward Sword reflete a situação do Wii: cansaço. Não se enganem, esse jogo é feio. Texturas borradas, serrilhados aos montes. E não, isso não é problema de que o Wii tem um hardware inferior. Olhem para o coloridíssimo Super Mario Galaxy, ele é muito mais bonito do que o novo Zelda. Ouso dizer que Twilight Princess é mais bonito também. Esse problema é aparente nos cenários, muitas texturas feias e com um ar de “lavadas”.

Urgh...

Inimigos pouquíssimos inspirados em seus desenhos. Tudo parece ser muito fofo no jogo, até mesmo os que querem sua morte. Como dito mais acima, na parte do enredo, o jogo é bobo. E a arte dele reflete isso. Não se fica com medo de inimigo algum nesse jogo, é tudo colorido demais e ameaçador de menos.

O design dos personagens ficou bom, no entanto. São bastante expressivos, apesar de usarem maquiagem de olho em excesso.

Um dos poucos Gorons do jogo. Perceba o contraste entre o quão bom é a modelagem dos personagens com o cenário...

Outro efeito bonito é quando Fi começa a dançar em algumas cut scenes e o rastro de luz deixado por ela impressiona bastante para o Wii, outras partes bonitas são grandes chamas que aparecem em certos momentos do jogo. Fora isso, Skyward Sword é um jogo essencialmente feio e muito pouco inspirado.

Ah, a física do jogo é muito boa, uma das melhores do console!

VEREDITO

The Legend of Zelda: Skyward Sword é um jogo complicado de se analisar. Complicado mesmo. Há muitos momentos épicos e a vontade de se jogar para chegar à próxima dungeon são suficientes para se conseguir superar os inúmeros momentos de marasmo que o jogo apresenta. Na verdade, o jogo é um grande deja-vu e mix de muitas idéias de outros jogos (como por exemplo voltar a se coletar Tears como em Twilight Princess, com a diferença de que agora isso é misturado ao conceito do templo principal de Phantom Hourglass).

A fórmula da série está desgastada, em minha opinião. Se não fosse o enorme adendo do total comando de movimentos para a grande maioria das ações e do combate, talvez esse jogo não passaria de um mais do mesmo de Ocarina of Time e Twilight Princess. A novidade fica justamente para isso.

De resto, a inspiração é muito baixa. É o jogo mais feliz da série, talvez até mais do que Wind Waker (que também é mais bonito do que Skyward Sword). Orquestrar a trilha era mais do que necessário perante a geração atual, mas mesmo assim ela se apresenta fraca e pouco memorável.

Skyward Sword é um título que se prendeu a tradicionalismos bobos da série e se desgarrou de outros que não poderiam ter sido abandonados. A falta de um “Hyrule Field” aberto faz o jogo se parecer muito com Mario Galaxy, o que não é bom. Zelda sempre foi uma franquia própria, que dita a tendência e influencia, isso desde tempos de NES. Preferiram abandonar um conceito forte como esse e permanecer com um, como a falta de vozes, por puro relaxo.

Link

NOTAS

ENREDO: 6,5/10,0

+ É interessante saber como se iniciou tudo e compreender os mitos de criação de Hyrule

– O Link mais bobo de todos os tempos

– Falha no clima de mundo em perigo

JOGABILIDADE: 8,5/10,0

+ A linearidade das dungeons e puzzles mais lógicos traz uma boa percepção de fluência

+ Motion Plus para a maioria das ações

+ Itens bem utilizados e bem bolados

+ Barra de stamina e durabilidade do escudo

+ Upgrade de itens torna os coletáveis e as rúpias muito menos inócuos

+ Sistema de Adventure Pouch bem feito

+ Escolher a direção para realizar o corte e ver isso acontecer é ótimo

+ Usar o Nunchuck para defender com o escudo ou puxar a corda do arco para trás dá uma sensação boa

+ Skyward Strike (“magia da espada”) bem utilizada

+ O jogo é viciante por fazer o jogador querer saber qual o próximo item, qual a próxima dungeon

– Falta de um open world faz o jogador não se sentir tanto em um Zelda

– Não há um sistema de fast travel, obrigando o jogador a estar sempre sobrevoando os céus

– Missões bobas antes das dungeons dão uma quebrada enorme na dinâmica do jogo

– Inimigos muito defensivos e pouco agressivos

– Falta de ligação entre as três grandes áreas da Surface

SOM: 7,0/10,0

+ Trilha orquestrada, porém…

– … pouco memorável

– Falta de dublagem faz o jogo parecer ultrapassado. Não é tradicionalismo, é relaxo.

VISUAL: 8,0/10,0

+ Design dos personagens muito bem feito

+ A água do jogo é muito bonita

+ Belos efeitos de luz

+ Física

– Texturas feias e lavadas

– Pouca inspiração para os inimigos

– Feiúra do jogo disfarçada de “arte impressionista”

NOTA FINAL: 7,8/10,0

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22 pensamentos sobre “[Neto’s Review] The Legend of Zelda: Skyward Sword

  1. Parabens pelo review, de fato o jogo não reflete as notas que esta levando até agora dos grandes sites.

    quem jogou o jogo e não for fanboy vai concordar com tigo!

    merece uma jogada mas descompromissada.

    abraççççççç

  2. Neto, já tinha comentado na comunidade Gamer Vitae, mas estou comentando denovo. Um dos melhores reviews que já vi, de verdade.

    Zelda é das minhas franquias preferidas, e fico sentido desse game ter sofrido da pouca capacidade do Wii, muito embora eu acredite que os desenvolvedores estejam precisando de mais ousadia, pensamento que tenho desde que terminei o Twilight Princess.

    Assusta ver um game Zelda sem mundo aberto, e a experiência de caçar besouros antes de poder entrar nos Templos em TP me fazem ficar com um pé atrás dessas missões que você citou em SS.

    Mas ainda assim, quero muito jogar esse game, principalmente pelo enredo que tenta dar uma origem à toda a série.

    No mais é isso, meus parabéns cara, o texto ficou impecável. ^^

    • Ae, Rauali, agradeço muito seu comentário! É muito importante para continuarmos o trabalho por aqui!

      E eu concordo com você, falta mais ousadia… Zelda precisa arrebentar as cordas de algumas tradições e ousar mais…

      Abraços!

  3. Já baixei o jogo e tb achei que seria super épico, pelos review que ele está recebendo.. mas devo concordar. os gráficos estão simplórios d+. o som, apesar de orquestrado, não ganha muitos pontos em relação ao Zelda Twlite. o que gostei bastante foi o uso do montion plus nas batalhes e rezolucoes dos quebra cabeças.. espero mais do Zelda WiiU. que miamoto já falou que será diferente de todos os zeldas já vistos até agora.. é esperar

  4. já havia comentado na vitae mas faço questão de comentar aqui tambem, otimo review!!! muito melhor que os varios review hypando esse jogo…

    na verdade sobre esse zelda é o melhor review que li até agora!!! parabens!

    • Caro amigo arrogante, realmente utilizei o termo errado durante todo o review… é arte impressionista, me enganei, vou alterar o termo utilizado assim que puder. Não sou o maior estudioso de História da Arte, confesso. Mas um comentário como o seu é totalmente desnecessário da forma como foi feita. Por que não fez um comentário demonstrando o termo correto de forma mais amigável?

      Forte abraço.

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  7. Skyward Sword não é o jogo mais linear da série Zelda…
    Já jogou o Four Swords Adventures pro GameCube?
    É total e completamente linear. Skyward Sword fica por ali, em 2º, talvez 3º, não sei.
    Mas muito boa a review, parabéns!

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