[Fran’s Review] Call of Duty: Black Ops

Dragovich, Kravchenko, Steiner… all must die.

Após seu anúncio, o game passou a ser muito esperado pelos fãs da série, depois do fabuloso Call of Duty: Modern Warfare 2, que foi um sucesso em vendas e obteve notas altíssimas em sites de crítica especializada. Apesar de ser da Treyarch, que não se mostrou muito interessante nessa geração, os trailer do game eram muito bom, dando a impressão que seria algo próximo aos Call of Duty produzidos pela Infinity Ward.

Ele se passa com início no ano de 1963, tendo vários anos de duração, com uma série de eventos, incluindo seu personagem principal sendo capturado e preso em uma base russa, onde sofre lavagem cerebral. O enredo é bem interessante neste termo, onde você vai aos poucos descobrindo o que aconteceu, pois quase até última missão é tudo uma retrospectiva, lembranças enquanto você é interrogado. Em comparação com o Modern Warfare 2, Black Ops não foi tão cativante em seu enredo, sendo, sem dúvidas, interessante e intrigante, mas sem envolver o jogador da forma que quer.

Seu visual é muito bonito e detalhado, com texturas muito bem feitas e com uma arte e ambientação muito bem produzida. Onde o jogador pode realmente se sentir no meio de uma floresta, se for o caso. Neste termo o game não falha, representou seu ambiente de forma excelente.

Jogabilidade é um termo que muitas vezes determina até que ponto o jogador vai se divertir e interagir. A mecânica está bem funcional, seguindo a linha de comandos dos jogos anteriores da série, o que já é bem interativa, ele acrescenta a interação com outras coisas, como se soltar da cadeira com os botões traseiros, enforcar um inimigo apertando os analógicos, fazer rapel com LT e RT (Xbox 360), entre outras interações. Deixando tudo mais interessante.

Ao longo do jogo vamos percebendo como a trilha sonora é importante, sendo encaixada perfeitamente com suas respectivas cenas, passando ao jogador a emoção do jogo na medida certa.

Uma grande falha é vista no termo de Inteligência Artificial. Seus parceiros só avançam se você avançar e mal acertam os inimigos, passando reto por eles e, muitas vezes, dando abertura para irem direto em você, caso esteja atrás do seu parceiro. O inimigo pode estar ao lado de seu parceiro, mas ele mira direto em você e acerta todos os tiros, mesmo sendo tiros  cegos. O respaw dos inimigos é infinito, só deixam de aparecer quando você avança. Isso é claramente visto como um downgrade em relação ao anterior da série, deixando um erro tomar o lugar do desafio, tirando parte da diversão que é proposta.

Seu arsenal de armas é muito interessante, contendo desde pistolas nas duas mãos até bestas (crossbow), o que deixa o personagem livre para escolher o modo de ação que vai tomar em determinada parte da campanha, podendo ir completamente escondido ou em um estilo “rambo”.

Assim como o anterior feito pela Treyarch, World at War, ele oferece o modo singleplayer e multiplayer chamado Zombies, onde você tem que ir matando os zumbis que passam pelas portas e janelas e ir consertando essas passagens, ganhando pontos para ir comprando mais armas e liberando outras salas. Quanto mais zumbi matar, maior a dificuldade ao longo das waves. O modo pode ser jogado até com 2 players em split-screen e diversos players no modo online.
Também temos o Dead Ops Arcade, um joguinho arcade para se jogar sozinho. Basta levantar da cadeira no menu principal, ir em um computador na parte de trás da sala e digitar DOA. Após isso, divirta-se!

Como sempre, seu modo multiplayer  é um dos mais interessantes, dessa vez o poder de customização do seu personagem de guerra, uma maior customização de perks e armas, com mais armas e diferentes kill streak, podendo soltar os cachorros em cima dos inimigos e até controlar um carrinho-bomba de controle remoto. Pode ser jogado em modo online ou offline split-screen em até 4 players.

Call of Duty: Black Ops é uma boa compra se está procurando diversão. Se você é fã de jogos de tiro e/ou já conhece os jogos anteriores da série, é uma compra obrigatória.

Call of Duty: Black Ops Prestiege Edition

Nota Geral: 9,2

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Um pensamento sobre “[Fran’s Review] Call of Duty: Black Ops

  1. História bacaninha, graficos medianos (achei ate piores q MW2, impressão minha?). Zombies detestei, mas Dead Ops Arcade achei fodão. rs
    Concordo com as falhas q vc citou, realmente a IA dos companheiros é ridícula, tu sempre tem q botar a cara pra so depois os caras te seguirem (se fosse só com o Reznov tudo bem né? Até pq…quem jogoui sabe, mas de resto é ridiculo).
    E o respawn infinito dos inimigos te obriga a dar uma de kamikaze, teve fase q passei correndo igual um louco de tão puto q fiquei com isso. rs
    Mas é um bom jogo, aproveitei bem no meu fim de semana. =]

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